Uns dois meses depois do ocorrido ela me vê conversando com o zelador na porta do meu apartamento, nos interrompe dizendo que em breve se mudaria. Eles estavam devendo o aluguel e teriam conseguido morar em uma casa emprestada da família dela. Dali a um mês se mudaria e ficou tratando sobre os assunto da mudança junto ao zelador. Fiquei só escutando a conversa sem me meter uma vez sequer. Estávamos na pandemia nessa época e as coisas não estavam fáceis em questão de dinheiro.
Finalizando a conversa sobre a mudança, ela vira para mim e solta.
— Não vai mais ter que escutar nossas brigas — Falou com certa tristeza
— Todo casal briga. — respondi com simplicidade
— É verdade, mas você já me viu em dias realmente ruins.
De fato, algumas vezes os gritos e as brigas eram realmente barulhentas. Mas, como diz o ditado. “Em briga de marido e mulher ninguém mete a colher.” E era o que eu fazia, não me metia.
Trocamos mais algumas conversas, e logo o zelador foi embora, só ficando eu e ela.
— Apesar de tudo, sentirei sua falta — Falei com ela. — Você vai ficar na minha memória para sempre e sabe disso.
— Não posso negar que você está na minha mente também, e dificilmente sairá.
— Se quiser ajuda com alguma coisa na mudança me fala
— Pode deixar que aviso se precisar.
O tempo passou e na semana que iriam se mudar. Quase tudo já embalado, ela me manda mensagem no WhatsApp. “Tá ocupado?”. Eu trabalhava em casa e respondi que poderia atendá-la, dependendo que fosse. “Não é nada serio, só queria conversar”. Respondi dizendo que estava em casa e se ela queria ir até la. Não ouve mais resposta, somente apareceu na porta.
— Oi — Falou acenando pela grade da porta de vidro, que estava aberta para ventilar.
— Oi! Pode entrar, a porta está aberta.
Ela foi entrando e eu, que estava sentando em uma pequena mesa onde eu trabalhava, fui em sua direção em um abraço forte. Seu perfume era uma delícia e não pude evitar ter uma ereção que ela logo percebeu, já que eu ficava sempre de short em casa.
— Ta tudo bem? — Perguntei me afastando dela.
— Está sim. Só queria passar um tempo contigo. Acho que não nos veremos muito daqui para frente.
— Ainda manteremos contato e você pode nos visitar quando quiser.
— Acho difícil, mas quem sabe.
Enquanto conversávamos preparei um lanche para nós. Era no meio da tarde e eu estava com fome. Após comermos. Ela ficou em silêncio por uns longos segundos, pensativa, olhando para o celular.
— Preciso ir, meu marido ta chegando.
— Tudo bem. — Respondi enquanto íamos até a porta.
Mais tarde ela me manda mensagem novamente.
— Não tive coragem de dizer, mas queria repetir o que fizemos antes de ir embora.
— Você quer realmente me arrumar problemas, né?
— Não! Mas queria transar contigo de novo. Não vamos nos ver mais mesmo.
— Você sabe que eu te comeria a qualquer hora. Você é uma delícia.
— Então pronto. Vamos nos despedir dessa forma.
— Meu marido não vai ta em casa hoje… Como sempre. O que acha?
— Você sabe onde me encontrar.
— E como sei!
A noite, quando seu marido saiu, não deu tempo nem da garagem terminar de fechar o portão e ela já batia na porta.
— Tá ai? — Falando auto para confirmar minha presença.
— Estou, pode entrar. — Gritei de onde eu estava.
Assim que entrou foi em minha direção, eu estava sentado de costas finalizando alguns trabalhos. Ela me abraçou beijando meu pescoço.
— Vim me despedir, como combinado!
— Eu preciso tomar um banho antes. Não esperava que viesse tão cedo.
— Eu espero! Não estou com pressa.
Fechei o notebook, me levantei, agora a abraçando de frente. Um beijo longo e molhado fez meu pau ficar duro e roçando nela enquanto a puxava para junto de mim para que ela sentisse que eu estava pronto para sua despedida. Ela então foi tirando minha camiseta.
— Te ajudar para você poder tomar banho.
Stephanie estava de short jeans branco, e uma blusinha rosa de alça que cruzava em suas costas quase nua, um decote chamativo, devido ao tamanho do seu peito e uma sandália no pé. Embora precisasse tomar banho, no impulso comecei a tirar sua roupa também. Tirei sua blusa, a beijei e fui até seus peitos. Enquanto segurava uma, chupava o mamilo do outo e alternava.
— Melhor eu ir tomar banho logo. Interrompi.
Peguei a toalha em direção ao banheiro e ela se sentou no sofá. Deixei a porta aberta caso ela quisesse conversar. Enquanto estava enxaguando o cabelo do xampu, escuto a porta do box abrindo.
— Vim te ajudar a tomar banho. — Falou já fechando o box atrás dela
Enquanto terminava de lavar a cabeça, ela pega o sabonete e começa a ensaboar o meu corpo. Até chegar em meu pau e ficar, brincando com ele. Passava o sabonete e o masturbava de leve para que a limpeza fosse completa.
Terminei o cabelo e fiquei observando toda aquela brincadeira que ela fazia pelo meu corpo. Ela me virou de costas passando o sabonete por toda ela, até a bunda. Deixou o sabonete de lado e me abraçou por trás, pegando meu pau em sua mão novamente e me masturbando, agora com um pouco mais de vigor.
— Que mão gostosa no meu pau.
— Ta gostando safado!
— Mas é claro.
Ela então me vira novamente, se ajoelhando e passando a mão em seu rosto para tirar a água que acabara de cair, e começa a me chupar.
— Isso delicia. Me chupa gostoso. Dei um leve gemido!
Ela segurava minhas bolas, enquanto com vontade chupava a cabeça, enfiava de volta todo na boca e repetia o processo. A essa altura ela já estava complementa molhada do chuveiro. Parava algumas vezes para limpar o excesso de água que caia em seu rosto. Coloquei minha mão levemente em sua cabeça, tentando ver o limite que ela conseguia engolir meu pau. Ela não se incomodou, embora também não fizesse questão de ir muito fundo.
— Melhor sairmos — A puxei para cima.
Nos beijamos novamente, com minha mão percorrendo todo seu corpo.
— Me come aqui mesmo.
— Só preciso pegar a camisinha.
Voltei ao banheiro já com ela no pau. Stephanie aproveitou minha breve ausência para se molhar por inteiro debaixo do chuveiro quentinho. Assim que fui entrando, ela já foi colocando as mãos na parede, se inclinando para eu a penetrar. Enfiei meu pau nela que tentava rebolar já com a cara quase encostada na parede. Eu puxava seu cabelo e ela me xingava de filho da puta sem parar. Segurei em sua cintura e ficamos ali transando debaixo d’água. Desci minha mão até sua buceta e de leve comecei a mexer em seu clitóris.
— Vou gozar desse jeito. — Falou gemendo alto
— Essa é a intenção.
Não deu um minuto e ela empurra minha mão, gozando. Me afastou virando de frente para mim, me abraçando enquanto suas pernas ainda tremiam.
— Tira a camisinha!
— Por quê?
— Vou te chupar de novo!
Joguei a camisinha de lado e novamente ela se ajoelhou. Dessa vez fiquei em um canto com menos água caindo sobre ela. Ela então voltou a chupar meu pau. Eu apenas me soltei e fiquei aproveitando aquela boca quente fazendo um delicioso serviço.
— Vai gozar em mim? — Ela dizia olhando para cima.
— Com toda certeza que sim.
— Então goza! Quero te ver gozando.
Não demorou muito para isso acontecer. Assim que ela sentiu meu pau latejando para gozar. Continuou a me masturbar olhando para mim esperando meu leite, que caiu em seu rosto, pescoço e peitos. Não parou de me masturbar até que não saísse mais nada. Enfiou na boca com um pouco de porra na ponta e se levantou. Se lavou e lavou meu pau com o sabonete.
Saímos e ficamos deitados na cama conversando até que pegamos no sono. Acordamos por volta de 4 da manhã com o corno ligando para saber onde ela estava. Por sorte o celular estava no silencioso e não perceberia que ela estava logo ali do lado. Ela só conseguiu responder no susto que estava na casa de uma amiga e que chegaria pela manhã. Não sei se ele acreditou, mas desligou o celular. Depois do susto, voltamos a dormir. Logo cedo pela manhã, ela foi para casa. Não sem antes transamos novamente.