Stephanie era recém casada, e muito extrovertida, rapidamente fez amizade com todo mundo da vila. Apesar de postar fotos felizes no Instagram, vivia brigando com o marido. Ela tinha aproximadamente 1,70, peitos médios e bunda bem empinada. Cabelos um pouco abaixo do ombro encaracolados. Era novinha, tinha 19 anos. Seu marido era magricelo e trabalhava como Uber. Vivia fora de casa, principalmente a noite.
Chegando em casa perto das 21h, vejo o marido dela saindo do condomínio cantando pneu, sua vaga era ao lado a minha. Subo com minhas compras e ao passar pela janela do apartamento deles, que foi posteriormente o apartamento da Jessica. Vejo que ela tá chorando alto, janela e porta estão abertas.
— Ta tudo bem? — Pergunto preocupado, mas sem querer me meter muito.
— Está sim! Obrigada por perguntar. Logo vai passar.
Me prontifico a ajudá-la se tiver precisando de algo e entro para o meu apartamento que ficava bem próximo ao dela. Guardo as compras e ela toca a campainha. Atendo e ela está de baby doll de tecido brilhante e liso. Seu peito quase furava o pano de tão pontudo.
— Pode me ajudar com a TV? Não estou conseguindo fazer funcionar a internet.
— Claro, já tentou reiniciar a TV, reiniciar o modem?
— Sim, mas não voltou a funcionar.
— No celular a internet funciona?
— Funciona, só a TV que não funciona mesmo
— Só dando uma olhada mesmo, e cadê seu marido?
— Brigamos e ele disse que vai dormir na casa da mãe hoje.
— Por isso estava chorando?
— Sim.
— Poxa, que situação né! Mas amanhã vocês estarão mais calmos e vão poder conversar melhor.
— Não sei não, acho que ele está me traindo quando pega algumas passageiras no Uber.
— Por que acha isso?
— Porque ele chega e só quer dormir e jogar videogame o dia todo, acabamos de casar e dificilmente rola alguma coisa. Sei que ele deve tá cansado, mas quem dorme com uma mulher pelada e não faz nada? Só pode estar comendo outra.
— Bom, não sei, eu não conseguiria, mas vamos dar uma olhada na TV então. — Tentei sair do assunto.
E lá fui, liguei, religuei, formatei a TV para as configurações de fábrica, tentei conectar ao meu Wi-Fi e também nada.
— Acho que não tem jeito, vai ter que mandar trocar a TV com o zelador depois. — Falei isso porque onde morávamos era estúdios mobiliados.
— Poxa, nada para fazer nessa casa sem TV.
— Acho que deveria tentar dormir. Amanhã já vai ta mais calma.
— Posso ver TV com você?
— Não acho uma boa ideia não. E se seu marido chega ai? Como vai explicar saindo do meu apartamento?
— Aquele infeliz não vai voltar hoje não. Se voltar, do seu apartamento dá para ver a garagem também.
De fato meu apartamento tinha uma varanda para rua onde ficavam os carros na garagem, para ele chegar ao apartamento dele deveria seguir todo a vila, subir uma escada, seguir por um corredor até o fim onde ficavam nossos apartamentos. Era tempo suficiente para escutá-lo e ela ir embora sem dores de cabeça.
— Só não quero problemas.
— Eu pago a pizza! — Ela fala animada
— Tá bom! Não que precise disso, mas aceito. Estou mesmo com fome.
— Então te espero lá, quando trocar de roupa. — falei achando que ela colocaria algo mais comportado para estar em meu apartamento.
— Está ruim essa? — Falou passando a mão de cima a baixo olhando para o seu próprio corpo.
— Não para mim! A visão está ótima, mas talvez se sinta desconfortável perto de mim.
— Mas já estou perto de você!! — Retrucou!
— Você quem sabe então — rimos juntos.
Fui em direção ao meu apartamento e ela veio atrás. Quando entrou, sentou no sofá e já pegou o celular para pedir uma pizza.
— Conheço uma pizzaria ótima aqui perto, vai chegar rapidinho.
Enquanto isso, escolhi um filme para ver, ‘Os sete de Chicago'. O filme era bom e ficamos prestando atenção até a pizza chegar. Ao entrar em casa vejo Stephanie ajeitando a mesa para comermos. Ela tava realmente uma delícia. Sentamos e enquanto comíamos falávamos de trabalho e coisas aleatórias e triviais da vida. Terminamos de comer e voltamos ao filme. Comentei.
— Só faltou uma sobremesa depois de tanto sal.
— Se quiser pode me comer. Sou um docinho — Falou despretensiosamente e sorrindo.
— Não quero confusão para minha vida não!
— Confusão terá só se ele descobrir, quero dar o troco no filho da puta. Vai dizer que não tá com tesão em mim?
— Estaria mentindo se dissesse que não
Stephanie então segura minha mão e começa a acariciar seus seios por cima da blusinha, posso sentir seu biquinho enrijecido e o pau duro já dando sinais no shortinho de academia que eu sempre vestia quando tava em casa.
— Viu! Ele me quer também. — Falou com voz suave e sensual.
A abracei ela e beijei sua boca, ela já cheia de tesão, fica de frente sentada em cima do meu colo, já tirando sua blusinha e jogando para trás, eu caio de boca naqueles peitos deliciosos. E ela falando, enquanto segura minha cabeça em seus peitos.
— Você vai me comer gostoso? Vai fazer o que o filho da puta não ta fazendo?
Eu nem respondia, só continuava me deliciando com seus peitos. Ela então puxa minha camisa e a tira jogando também para longe.
Stephanie estava doida de tesão, roçava sua buceta no meu pau por cima da calça, fazendo uns movimentos de vai e vem como se eu já a comesse. Levantou, virou de costas e começou a tirar seu short devagar empinando a bunda na minha cara. Dei um belo tapa, agarrei pela cintura e mordi.
— Calma, não deixe marca não.
Ela então se sentou no meu colo de costas para mim e comecei a masturbá-la.
— Ela ta molhadinha safado?
— Ta uma delícia de molhada
— Deixa eu sentir seu pau, vai!
Pedi para ela se levantar para eu pegar uma camisinha. Tirei minha roupa, peguei a camisinha e ela apoiou os joelhos no sofá de costas para mim.
— Vem! Me come gostoso.
Cheguei perto dela já com a camisinha no pau e ela não parava.
— Quero gozar gostoso hoje.
Dei uns tapas em sua bunda gostosa novamente e quando fui posicionar meu pau na sua buceta ela segurou e guiou até a entrada forçando a bunda para trás com força a buceta no meu pau, enfiando de uma só vez.
— Segura aqui! — Guiando minha mão na sua cintura.
Ela estava selvagem e queria aquilo como nunca. Tesão e ódio misturado naquele corpo sedento por sexo. Eu prontamente atendi. O sofá ficava embaixo da janela que dava para a varanda da rua. Stephanie a abriu e ficou ali olhando para fora como se esperasse o corno chegar. Ela rebolava, gemia alto e falava várias besteiras enquanto forçava gostoso sua buceta no meu pau. Segurei seu cabelo e ela gemeu ainda mais alto.
— Me faz gozar seu puto.
Não aguentei e gozei antes dela. Continuei ali me esforçando para ver se ela conseguia gozar, mas o pau começou a amolecer. Falei que havia gozado e ela ficou um pouco frustrada, mas disse que eu ainda a faria gozar. Fui ao banheiro, tirei a camisinha e limpei o pau com lenço umedecido.
— Vem para cama, vou fazer você gozar. — Falei em tom de ordem.
Ela se deitou na cama, vim por cima abrindo suas pernas e cai de boca naquele buceta inchada da penetração. Comecei com lambidas bem de leve por toda região e fui aumentando a velocidade das chupadas ao longo do tempo. Stephanie, gemia sem parar, segurando minha cabeça com força na sua buceta. Não demorou e ela estremeceu toda gozando em minha boca. Fui para cima dela e a beijei com o gosto de seu gozo. Ela se lambuzou com meu beijo e ao parar disse.
— Agora estou satisfeita! Gozei gostoso.
Busquei água para nós e voltamos a ver o filme. Agora, ali pelados no sofá, acho que pelo cansaço da foda, ela não demorou e dormiu em meu peito. A acordei para que ela fosse para casa e não arriscasse que ambos dormissem e o corno chegar. Ela nem se vestiu, só segurou suas roupas e foi pelada para casa, desfilando nua na minha frente. Antes de fechar a porta do apartamento dela, me manda um beijo de longe.
delicia de conto e fotos ... axila linda