Lá pelas duas da manhã, a galera já estava perdendo o pique. Flávia já estava escorada em meu ombro quase dormindo. Perguntei se ela queria ir embora, que eu a acompanhava e ela disse que não, queria ficar ali ainda. Nisso se ajeitou em meu peito e ficou abraçada comigo até que cochilou. Outras pessoas já estavam indo embora e resolvi levá-la também. A levantei e ela meio grogue de sono e bebida, levou um tempo para reagir. Despedi da galera e fomos em direção ao nosso apartamento.
Ao chegar à porta dela, abri e fui levando-a para dentro e a coloquei na cama. Perguntei se ela queria alguma coisa, se eu já podia ir e ela ficaria bem. Ela disse que queria um pijama. Perguntei a ela onde estava e ela me apontou. Peguei o primeiro que vi na gaveta e joguei em cima da cama para ela. Perguntei se estava bom e ela disse que qualquer um servia, só não queria dormir de calça jeans. Falei que então ia embora e ela:
— Me ajudai, to sem forças — Falou com a fala enrolada
— Para de besteira, vou sair para tu se trocar. — falei rindo da cara dela.
— Vai! Me ajuda a me trocar! Não quero dormir de calça. — falou me puxando pelo braço
Ela ficou me segurando e com a outra mão foi abrindo o botão da calça.
— Você vai se arrepender disso amanhã. — Falei em tom de bronca
— Vou não, por favor.
Então atendi ao pedido dela. Coloquei ela sentada e tirei sua blusa branca. Ela estava de sutiã bege que tentou tirar sem sucesso.
— Tira para mim! — Já quase caindo na cama
Desabotoei e ela jogou longe. Seu peito não era grande, mas era branquinho e bicos rosados. Apesar da conferida, já fui logo colocando a blusa do seu pijama. Ela então deitou novamente. Terminei de desabotoar a calça dela e fui puxando devagar até tirar completamente. Ela estava com uma calcinha rosa pequena com renda na cintura. Flávia, por sua vez, ficou me olhando ter todo aquele trabalho para vesti-la. Terminei de vesti-la e juntei suas roupas, colocando em um sofá que tinha ao lado da cama. A cobri e fui dar um beijo em sua testa para ir embora.
Ela me puxou junto dela na cama e falou para dormir com ela que estava se sentindo sozinha. Falei que era melhor eu ir dormir na minha casa mesmo e que ela tava muito fora de si e que não tava pensando direito. Me desvencilhei dela, dei boa noite, apaguei tudo e falei que ia deixar as portas abertas (tanto o apto dela, quanto o meu) caso ela precisasse de mim. Ela concordou e fui embora.
Lá pelas 7 da manhã, ela me ligou agradecendo pela ajuda, que estava muito envergonhada. Falei que era normal e ela disse que ia tomar um banho para eu ir tomar café com ela. Me levantei, tomei um banho também. E fui até o apartamento dela. Fui entrando e gritando.
— Oh de casa!
Ela estava no banheiro tomando banho de porta aberta, gritou de lá.
— Já estou saindo.
Desligou o chuveiro e saiu enrolada na toalha.
— Volto depois, pode se trocar
— Que nada, me troco aqui mesmo. — pegando um shortinho e uma blusa voltando para o banheiro
— Fiz o café em agradecimento. Fica a vontade. — Gritou ela.
Na mesa tinha suco de laranja, café, leite, frutas e um bolo que havia feito no dia anterior.
Perguntei se já estava melhor e ela disse que sim, somente envergonhada pela situação que causou. Saiu do banheiro vestindo um short bem pequeno amarelo com flores e uma blusinha cinza que evidenciava os faróis acessos do banho recém-tomado.
Sentou-se à mesa e começou a preparar seu café. Eu já estava tomando suco e comendo o bolo.
— Obrigado por não fazer nada comigo, eu estava com fogo pela bebida, e você não se aproveitou disso.
— Claro que não. Te acho linda e fiquei com tesão, mas não era o certo a se fazer.
— Ficou com tesão? Conte-me mais.
— Não tem como não ficar né! Te vi praticamente pelada.
— Gostou do que viu apesar do bafo de onça?
— Gostei sim. Você é muito bonita e tem um corpo que… — Resolvi não falar alto o que pensava no momento.
— Que bom saber disso. E o que vai fazer hoje?
— Não tenho planos não.
— Quer ver um filme comigo?
— Pode ser, que horas?
— Agora, só vamos terminar o café!
Terminamos o café enquanto ela ajeitava a mesa e eu me sentei no sofá.
— Que filme quer ver? — Perguntei já ligando a TV
— Qualquer um que tiver na Netflix
Fiquei zapeando o aplicativo, mas não achei nada que me agradasse. Perguntei se ela estava vendo alguma série e ela disse que sim. Colocamos o que ela já estava vendo. Ela sentou ao meu lado, puxou uma coberta de cima da cama, apoiando sua mão na minha coxa. Meu pau subiu na hora sentindo o cheiro do seu cabelo e com ela ali com a mão ali tão perto do pecado.
— Tá com frio? Perguntei.
— É costume mesmo ficar enrolada.
Não deu 5 min de série e eu já estava cochilando. Flávia então perguntou se eu não queria ir para cama, que pelo menos se dormisse não ia ficar torto. Enquanto isso ela já se levantou e deitou me chamando. Relutei um pouco e falei que era melhor ver isso outra hora.
— Deixa de ser chato, vem para cá.
Deitei na cama e ela deitou em cima do meu peito.
— Olha, ontem fiquei com muito tesão enquanto você estava aqui comigo, mas acho que exagerei na bebida e no fim não deu muito certo.
Enquanto ela falava, ia descendo sua mão até meu pau. Ouvir isso e vê-la mexendo nele, já acordou o menino que ficou duro rapidinho.
— Sério?
Ela levantou a cabeça e me beijou. Um beijo molhado e demorado. Eu a abracei e ela subiu em cima de mim. Minha mão começou a percorrer suas costas e sua bunda naquele short minúsculo. Pude sentir que ela não estava de calcinha. E sutiã, já tinha visto que não, pelos bicos duros no café. Meu pau já latejava de tesão.
Ela se levantou, tirou sua blusa e voltou a me beijar. Levantou de novo e puxou minha camiseta para eu tirá-la também. Voltamos a nos beijar novamente. Flavia se esfregava no meu pau e sua respiração ficava mais ofegante. Saiu de cima de mim e puxou meu short com a cueca colocando meu pau para fora. Pegou em meu pau e deu uma leve masturbada olhando em meu rosto. Puxei um travesseiro e coloquei embaixo da cabeça e ela caiu de boca. Chupou gostoso, engolia o pau todo e deixava ele todo babado, olhava para mim com cara de safada e engolia ele de novo, sugando a cabeça. Ela chupava tão gostoso que não demorou muito e já estava com vontade de gozar. Segurei seu cabelo e ela parou dizendo para não gozar ainda. Levantei tirando o resto de roupa que me restava já que o short estava pela canela. Ela sentou e foi tirando o seu shortinho também.
Puxei Flavia pelas pernas até mim. Eu, ainda em pé, fui deitando sobre ela que abria suas pernas para me receber. Beijei seu pescoço e fui descendo pelos seus seios, dei uma mamada neles por uns segundos enquanto ela acariciava meu cabelo. Fui descendo por sua barriga até chegar em sua bucetinha recém-depilada, cheirosa, carnuda e rosinha. Cai de boca, com os dedos abria sua buceta passando o dedo devagar enquanto chupava seu clitóris. Flavia se contorcia e me apertava vez ou outra com suas coxas grossas.
Senti que ela ia gozar, mas diferente dela, queria sentir seu gosto em minha boca. Ela disse para eu parar que queria gozar em meu pau, mas estava sem força para conseguir me tirar dali. Gozou gostoso e retorceu na cama ofegante.
Me levantei e perguntei se ela tinha camisinha, ela apontou para uma mesinha do lado da cama. Peguei a camisinha e coloquei. Ela permanecia imóvel na cama. Sentei ao lado dela, e beijei sua boca, enquanto acariciava seus pequenos e macios peitos.
— Quer mais?
— Quero!
Abri suas pernas novamente, dei uma passada de pau na entrada da sua buceta e fui enfiando. Entrou fácil, pois ela já estava pingando de tesão, dei algumas estocadas e ela me pediu para eu pegá-la de quatro. Ela se vira e empina seu bundão segurando um travesseiro. Que cuzinho lindo. Posicionei meu pau em sua buceta novamente e puxando sua cintura comecei o movimento de vai e vem. Ela gemia gostoso me chamando de safado e eu falando.
— Era isso que queria ontem safada?
— Sim, era isso que eu queria, mete gostoso, mete!
Flavia gemia, falava besteiras comigo e eu metia forte, fundo e ela gemia mais. Até que disse mete mais rápido que vou gozar. Aumentei a velocidade segurando sua cintura e a estocada ficava ainda mais forte, até que ela se jogou para frente, gozando novamente.
Esperei ela se recuperar. Ela se sentou, tirou a camisinha do meu pau e começou a chupá-lo de novo. Dessa vez ela tava voraz, enfiava o pau até a garganta a ponto de engasgar, segurei seu cabelo e ela novamente enfiava até a garganta e voltava. Fez isso algumas vezes e eu disse que ia acabar gozando daquele jeito. Isso foi como colocar madeira na fogueira. Ela então começou uma chupada com masturbação esperando meu gozo. O primeiro jato foi em sua boca. Ela tirou meu pau e eu gozei o restante em seu rosto e minha barriga, enquanto ela me masturbava.
Quando meu pau parou de latejar, ela se levanta, vai até o banheiro, traz um pacote de lenços umedecidos. Estávamos completamente suados, após ela lavar o rosto, foi até a geladeira e trouxe uma água gelada para recuperar as forças. Deitou na cama me abraçando. Pegamos no sono. Acordei umas 3 da tarde e deixei ela dormindo e fui para o meu apartamento. Tempo depois ela acorda e me manda mensagem. Foi sensacional. Precisamos repetir. E repetimos.
Delícia de conto. Parabéns.