Historias de Vizinhas VII- A loirinha que mora ao lado



Após sair da vila, me mudei para outro apartamento, um maior e até mais barato do que eu morava antes. Não sou muito de sair e sou bem introvertido para conhecer pessoas. Logo mal conheço os meus vizinhos, mal os vejo e mal os escuto. No andar em que moro possui apenas 3 apartamentos. Um de frente para o meu e um do lado do meu. Do lado, sabia que tinha um casal com uma filha e um cachorro. Já o da frente só sei que mora uma mulher mais velha com mais pessoas, mas não faço ideia do parentesco.

Sempre peço comida porque não sou fã de cozinhar no dia a dia. Um dia desses, enquanto estava indo buscar meu iFood de cada dia, no portão estava Gabriela, até então não sabia que era a vizinha, ela estava indo pagar o petshop que tinha trazido seu cachorro, porém tinha esquecido de trazer o cartão quando desceu da primeira vez. Ao descer pela segunda vez esqueceu de pegar a chave do portão. Ao que abri ela aproveitou para sair também para passar o cartão. Peguei minha comida que já tinha sido paga pelo aplicativo, ao entrar novamente.
— Pode fechar? — Perguntei segurando o portão
— Ai! Espera um pouquinho, esqueci a chave lá em cima.
— Tudo bem!
Ao acabar de pagar ela entrou toda sorridente.
— Sou uma cabeçuda, desci sem o cartão, subi, peguei o cartão e desci sem a chave.
— Não tem problema. Acontece comigo também. — Eu ri.

Fomos em direção ao mesmo bloco, subimos as escadas e ela devia achar que eu a estava seguindo. Ela foi à frente, vestia um blusão de moletom e um short bem curtinho que mostrava a polpa da bunda dela. Ela, que estava uns degraus acima, tentava descer o short meio constrangida pelo tamanho. Sabia que não era apropriado para aquela situação. Tentei desviar a atenção porque eram 4 andares que subiríamos juntos. Quer dizer, eu ainda não sabia que era a vizinha do lado. E ela também não sabia disso. Então fomos em silêncio subindo e tentando ambos disfarçar. Chegando no quarto andar, fui em direção à porta e ela ao meu lado.
— Nossa moro aqui há quase dois anos e nunca te vi aqui. – Comentei.
— É verdade, também nunca te vi, mas moro aqui há 6 meses. Só te ouço chegando ou saindo de vez em quando.
— Prazer! — Entendi a mão.
— O prazer é meu – Disse ela.

Nos despedimos e entramos, cada um em seu apartamento. E fiquei pensando naquela polpinha da bunda dela balançando na minha frente. Gabriela é branquinha, loirinha, usava aparelho. Fiquei imaginando coisas com ela naquela tarde, mas não fiz nada porque estava cheio de trabalho, o que ocupou minha mente. Mais tarde naquela noite bati uma punheta pensando nela. Embora do jeito que eu sou, raramente veria ela novamente para rolar algo.
        
Um dia, chegando de carro numa chuva forte, entrei e fechei o portão como sempre, mas vi que Gabriela vinha correndo tentando entrar, mas não deu tempo. Desci do carro, e quando fui em direção ao bloco, passei em frente ao portão de pedestre e Gabriela me chamou.
— Vizinho, pode abrir para mim?

Fui em direção ao portão debaixo de chuva e abri o portão para ela.
— To sem chave e não tem ninguém em casa.
— Puts, que foda, justo hoje que ta chovendo pra caramba.
— Pois é, mas só de ficar aqui embaixo na garagem já é melhor que na chuva.
— E seus pais voltam quando?
— Não sei, não estou conseguindo falar com eles.
— Aqui está muito frio, não quer subir não? Te dou uma toalha para você se secar.
— Não, imagina! Vou ficar aqui mesmo, vou incomodar não.
— Que isso, vai ficar doente aqui embaixo nesse vento, toda molhada. Bora! — Falei abrindo a porta do prédio que dava para a escada.
Ela pensou um pouco, pegou o celular e vendo que não teria notícias dos pais naquele momento, olhou para mim limpando o rosto todo molhado
— Ai eu vou aceitar, porque eu to com frio e tá ventando muito aqui.
— Pois é! Vai congelar se ficar aqui embaixo.

Subimos ao meu apartamento e peguei uma toalha para ela se secar. Ela estava com uma blusa de lã vermelha fina, calça jeans preta e um tênis também preto.
— Me desculpa te atrapalhar.
— Não está atrapalhando não, relaxa.
— Posso usar seu banheiro? Devo estar toda acabada da chuva.
— Claro! Vai lá!

Enquanto ela usava o banheiro, fiquei na cozinha guardando as compras que trazia comigo do carro. Ela voltou, já com o cabelo arrumado, tinha tirado a blusa e agora estava com uma camiseta verde fina, o sutiã marcava seu corpo molhado. Deu para ver que eram médios os seus peitos, agora que não tinha blusa por cima. Comecei a sentir um tesão por aquela situação.
— Onde eu penduro a toalha?
— Já se secou o suficiente?
— Já sim!
— Pode me dar aqui que eu penduro.
— Obrigada viu, mas vou ficar lá fora, não vou te atrapalhar não.
— Para com isso, tu mora aqui do lado, quando seus pais chegarem tu vai. Pode ficar aí.
— Tem certeza que não vou atrapalhar?
— Claro que não, não estou fazendo nada não.

Ela, ainda mexendo no cabelo para ajudar na secagem, começou a olhar o celular no que toca. Era seu pai, ela se afastou indo para o quarto onde conversava com ele. Não dava para escutar muita coisa. Mas às vezes ela se exaltava e algumas frases saiam mais alto. “Eu tava sem chave e molhada”, “Vai voltar quando, só quero saber isso”, "Tá eu vou perguntar” entre outras coisas. Ela então veio até a sala, onde eu estava procurando alguma coisa para assistir enquanto ela conversava.
— É meu pai, quer falar com você.
— Comigo? – Achei estranho.
— Sim! Pega.
– Alô! — Falei ao pegar o telefone

— Oi, aqui é o pai da Gabriela. Ela comentou que estava sem chave e que você a acolheu da chuva. Muito obrigado.
— Não por isso. Ela estava muito molhada e hoje está muito frio.
— Imagino que sim. Espero que ela não tenha te incomodado.
— Incomodo nenhum. Ela chegou agora a pouco, só se secou um pouco e daqui a pouco vocês voltam também.
— Então, sobre isso. Era para estarmos voltando mesmo, mas o carro quebrou e não tem como. Estamos na casa da minha irmã em outra cidade e não devemos voltar hoje por conta do carro e da chuva. E a esquecida da minha filha não está com a chave que sempre falo para não esquecer. Sem querer abusar, mas não teria como ela dormir aí hoje não? Não temos parentes próximos e bem, você está do lado na nossa casa.

Gabriela, ficava me encarando sem saber o que eu escutava. Batia o pé impaciente, com os braços cruzados, sem falar nada.
— Por mim tudo bem. Mas ela não parece estar confortável com. — Falei olhando para ela e levantando o ombo como se não tivesse o que fazer.
— Ou é isso, ou ela dorme no corredor.
— Ok! Mas ela não parece muito feliz não!
— Não é com você, é comigo que ela tá brava, logo ela se conforma.
— Bom, qualquer coisa, então é só ligar.
— Obrigado mais uma vez e espero que não te dê trabalho. Depois me desculpo pessoalmente.
— Sem problemas! Sempre bom conhecer os vizinhos.
— Fechado então. Pode passar o telefone para ela de novo.
— Ok! Boa sorte com o carro!
        
Passei o telefone para Gabriela novamente e ela continuou batendo o pezinho no chão e enquanto ouvia o pai falar com ela.
— Eu estou molhada e não tenho como trocar de roupa pai. – Silêncio, enquanto ouvia o pai falar.
— TA BOM! Eu vejo o que faço aqui. Vou andar com a chave pendurada no pescoço.
Imagino que o pai devia estar dizendo que da próxima vez não esqueça a chave de casa ou algo assim.
– Tá, eu sei pai. Tá bom! Já entendi.

Desligando o celular, perguntei a ela se estava tudo bem. Ela obviamente disse que não, mas que eu também não tinha culpa dos meus problemas e já estava fazendo muito por mim que nem me conhecia direito. Já era umas 16 horas do sábado e perguntei de onde ela estava vindo.
— Eu estava fazendo um curso de ajudante de veterinária.
— E você almoçou?
— Não, mas não to com fome não, eu estou com raiva.
— Tem certeza? Se quiser, eu faço algo para você comer.
— Não precisa. Só queria ficar seca.
Me levantei, fui até o quarto, peguei umas roupas minhas e um roupão limpo e dei a ela para que escolhesse.
— Olha, já que vai ter que passar a noite aqui, acho melhor tomar um banho quente e daí você escolhe o que quer vestir.
Fiz isso oferecendo-a com os itens um em cada mão. Ela pegou tudo na mão e concordou que seria melhor tomar um banho mesmo. Fui até o banheiro com ela e peguei um sabonete novo e disse que poderia usar os shampoos e cremes que estavam no nicho caso quisesse. Ela acenou com a cabeça, fechou a porta e foi tomar seu banho. Fiz um lanche para ela com os itens que tinha acabado de comprar e deixei na cozinha para quando ela voltasse. O Banho demorou cerca de 15 minutos e eu só pensava que teria uma garota linda na minha casa naquela noite. O pau dava sinais de vida, meio tímido ainda, porque de fato não tinha acontecido nada fora do comum, mas a imaginação, sabe como é, já pipocava.

Gabriela saiu do banho, me entrega a toalha e eu peço também suas demais roupas que estavam molhadas para jogar na máquina e dar uma lavada e centrifugada. No dia seguinte já estariam limpas e secas, prontas para vestir novamente. Ela então me deu aquele bolo de roupa molhada. Fui até a máquina e comecei a colocar, peça por peça, quando peguei sua pequena calcinha rosa-claro, bem pequena. Já imaginando ela sem calcinha, fiquei de pau duro novamente. Coloquei tudo na máquina e fui até a sala com o lanche que tinha preparado.
— Não precisava não. — Disse ela.
— Que isso, você deve estar com fome.

Me sentei ao seu lado e na TV passava The Boys, perguntei se ela já tinha assistido, ela disse que estava acompanhando também. Voltei do início do episódio para ela ver o episódio por inteiro. Enquanto passava a série, começamos a conversar. Gabriela contou que morava a pouco, pois seu pai tinha mudado de emprego e queria ficar mais perto de onde trabalhava. Como ela ainda era recém formada no ensino médio e sem emprego e sua mãe dona de casa, a família concordou em se mudar. Até por isso nem tinha uma amiga com quem pudesse ficar naquele dia e por isso acabou aceitando dormir ali na minha casa, mesmo não me conhecendo tanto.

Gabriela tinha 19 anos, não sabia muito bem o que fazer da vida, assim como a maioria dos jovens e alguns adultos. Então começou a fazer curso de assistente de veterinária. Se não seguisse por esse caminho, pelo menos ajudaria nos cuidados do seu próprio cachorro. Cachorro esse que já se preocupava em estar com sede ou fome a essa altura. Mas pensando melhor, falou.
— Não vai morrer se não comer até amanhã, né?
— Com certeza não! – Falei rindo com ela.

A timidez já ia se desfazendo à medida que íamos nos conhecendo. Contei um pouco de minha vida também e ela ficou surpresa quando disse que tinha 34 anos. Ela jurava que eu tinha no máximo 25.
— Me pegou num dia bom, acabei de cortar o cabelo e barba. — Ela riu
— Mesmo assim você está muito bem cuidado para a idade
Me senti velho nesse momento e já tirei da cabeça qualquer coisa que poderia rolar com ela depois disso. Faltou me chamar de idoso.

O episódio em questão de The Boys era um episódio muito esperado pelos fãs. Episódio esse que teria uma orgia de heróis. Assistimos constrangidos pelas cenas, mas para quebrar o gelo comentei.
— Mal dou conta de uma, imagine uma orgia.
Ela riu disfarçando o constrangimento do meu comentário, mas continuei na conversa e perguntei.
— Imagino que não tenha namorado, ou ele ficou na cidade onde morava?
— Já namorei, mas atualmente só um peguete aqui, outro ali. Nada sério.
— Medo de compromisso?
— Não! Só tô de boa curtindo a vida por enquanto. Quando for a hora eu saberei.

Lá pelas 8 da noite, eu já com fome, peguei o celular e pedi uma pizza. Comemos e disse que ia tomar um banho, para que ela ficasse à vontade. Na minha cabeça nada iria rolar com ela. Quando sai, Gabriela estava deitada no sofá, encolhida, já pegando no sono, fiquei a observando encostado na parede do corredor. Ela tinha um corpo magrinho, mas com curvas e sua bundinha estava empinada. Sentei-me ao seu lado e comecei a passar a mão em seus cabelos, ela acordou do seu cochilo e me olhou sem entender muito.
— Desculpa! É que tava tão em paz dormindo.
— Sem problema, gosto que mecham no meu cabelo.

Continuei a acariciar sua cabeça, e ela ficou rindo, gostando do carinho. Não esperava que ela fosse gostar, foi um impulso que poderia ser um tiro no pé. Ela então se ajeitou pegando um uma almofada e colocou no meu colo, ao passar a mão para ajeitar a almofada, acabou esbarrando no meu pau duro, ela riu e apoiou a cabeça, sendo afagada por mim mais um pouco.
— Fazia tempo que alguém não me fazia um carinho assim
— É bom um cafuné né?
— Sim. Não esperava isso de você.
— Por quê?
— Você parece tão sério e distante quando te vejo por aí no condomínio.
— Não sou de muitos amigos, é verdade. Mas se me conhecer vai ver que de sério não tenho nada.
— Entendi.
— Quer dizer que você me observa por aí. Confesso que depois daquele dia que você esqueceu a chave comecei a reparar em você também.
— É? Por quê?
— Por que você foi subindo na minha frente não lembra? Parecia desconfortável.
— E estava mesmo. – Riu sem graça — Foram 4 andares de vergonha pensando em você me olhando subir.
— Imagino, e agora está aqui recebendo carinho de um quase estranho até um tempo atrás. Mas confesso que apesar de sem graça, gostei do que vi. Me desculpa se for inconveniente esse comentário.
— Sem problemas, eu imagino que tenha gostado mesmo, tu é homem afinal.
        
Num impulso, me inclinei e beijei seu rosto, ela virou meio tímida me olhando, mas não disse nada, ela se virou novamente para a TV sem falar nada. Passei meu braço por cima de sua cintura, ela virou-se para mim novamente me olhando. Achei que ela iria brigar comigo, mas só continuou me olhando. Me arrisquei e beijei sua boca. O beijo foi lento e apaixonado, nossas línguas se entrelaçaram e ela se ajeitou virando para mim quase como em um abraço. Ficamos nos beijando até que ela se deita com a barriga para cima ainda no meu colo.
— Quem diria que eu ficaria com meu vizinho.
— Eu digo o mesmo, já cheguei a pensar em você… Se é que me entende.

Enquanto conversávamos e riamos da situação que tinha acabado de acontecer, minha mão começou a passar por sua barriga, ela estava com uma camiseta minha, mas sem short. O que a cobria era somente a camiseta e o roupão que eu tinha dado a ela antes do banho. Voltei a beijá-la e comecei a subir minha mão até seus seios, ainda por cima da camiseta. Ela suspirou mais forte, dando a entender que gostava daquilo. Seus mamilos ficaram rígidos sob meu toque. Gabriela gemeu baixinho, e eu soube que ela queria mais.

Continuamos nos beijando e eu comecei a explorar seu corpo com as mãos. Ela voltou a me abraçar. Deslizei minha mão em suas costas, apertando levemente suas nádegas enquanto ela gemia em resposta. Gabriela então começou a levantar minha camiseta, ela então se sentou ao meu lado olhando para mim. A puxei para meu colo e ela se encaixou perfeitamente em cima. Começamos a nos beijar novamente enquanto minhas mãos percorriam sua pele macia. Tirei o roupão e a camiseta que ela vestia e brinquei com seus mamilos com as pontas dos dedos. Ela me abraçou beijando meu pescoço, enquanto eu segurava seu cabelo.

Eu a deitei no sofá e continuei beijando seu corpo, descendo lentamente, percorrendo seu tronco, barriga em direção a sua buceta. Quando estava chegando, ela me segurou me puxando para cima. Voltamos a nos beijar, e quando assumi posição para penetrá-la ela perguntou se eu tinha camisinha. Fui ao quarto e peguei, já colocando enquanto voltava a sala.
— Nossa, já veio preparado
— Sim, me deu tanto tesão que estou doido para te comer.

Me sentei no sofá e pedi que ela subisse em mim, ela veio rindo, mas dessa vez não era mais timidez, era tesão. Ela se encaixou em mim, deslizando sua buceta molhada em meu pau. Subia e descia enquanto nos beijávamos, eu segurava sua cintura para ajudá-la. Me empurrou para que eu escorasse no sofá e rebolou gostoso, aumentando a velocidade. Não demorou muito e eu gozei. Mesmo ela sentindo que gozei, continuou em meu pau, eu puxava seu cabelo e ela se contorcia para trás. Quando o pau começou a amolecer, a tirei de cima, sentando-a no sofá.

Me ajoelhei no chão abrindo suas pernas e cai de boca, agora sem a hesitação dela. A puxei até a ponta do sofá e continuei chupando. Ela gemia enquanto apertava minha cabeça e brincava com seus próprios mamilos. Não demorou e ela gozou gemendo alto. Sorte que os pais dela não estavam na casa ao lado para escutar. Me sentei no sofá cansado, esperando um pouco para respirar.

Fui ao banheiro me limpar, e quando saí ela entrou. Peguei as coisas na sala, já que ela não iria mais dormir ali naquela noite. O quarto a esperava. Quando ela saiu, viu que já estava no quarto e lá foi em direção. Agora depois do sexo, voltou com a timidez que antes a deixava misteriosa. Se cobria com o roupão se escondendo de novo.

Aquela altura fazia tempo que eu não transava. Estava doido de tesão naquela loirinha, deitamos na cama e voltamos a nos beijar. Minha mão procurava sua bunda durinha por debaixo do roupão, Gabriela dava leves tremidas como se estivesse aumentando o tesão novamente, ela queria mais, começou a descer sua mão até meu pau para conferir se eu dava conta de mais uma rodada, o pau já estava duro novamente, ela me masturbou um pouco como se pensasse, quero duro como pedra.

Tirei o roupão e a deitei de barriga para baixo, sentei por cima de suas pernas, puxei seu cabelo para o lado e começando na nuca. Fui beijando seu corpo até chegar em sua nádegas, ela foi arrebitando sua bunda, até fica apoiada sobre seus cotovelos, comecei a apertar e beijar sua bunda, e ela se inclinava ainda mais, ficando de joelhos e me mostrando aquele cuzinho rosa e a buceta escorrendo de tesão. Não resisti e chupei novamente sua buceta.
— Pega a camisinha — Disse ela já doida para ser penetrada de novo.
— Safada, já quer pica de novo safada.
— Você não quer me comer?
— Te comeria a noite toda.
— Pega logo, vai!
Peguei uma nova camisinha, e ela se deitou esperando que eu a colocasse.
— Como vai querer? — Perguntei a ela.

Ela voltou a arrebitar a bunda e eu entendi o recado. A puxei para a beirada da cama e eu fiquei de pé fora dela. Passei meu pau, escorregando do cuzinho dela até enfiar de novo na buceta. Segurei sua cintura e comecei o vai e vem. Ela começou a gemer e dizer que tava doendo um pouco. Desacelerei o movimento e ela tomou conta da situação, rebolando no meu pau. Eu só ficava olhando seu cuzinho piscando enquanto ela se movimentava gostoso. Começou a gemer mais forte e mais alto, segurei novamente sua cintura, e forcei um pouco mais.
— Vou gozar! — Disse ela.
— Goza gostoso! É isso que eu quero.
— Não para que vou gozar.
Ela então gozou novamente. Seu corpo tremia e ela foi deitando, tirando sua buceta do meu pau.
— Nossa, estou sem força.
— Gosto assim. Quando perde até o rumo

Deitamos até que ela voltasse a ter forças. Falei que iria tomar outro banho, já que estava super suado e ela disse que iria comigo. No banho, apesar de já termos transado, ela tentava esconde um pouco o corpo. Nos beijamos muito debaixo d'água.

Ela então se ajoelhou, me encostando na parede, se afastando um pouco da água que caia. A essa altura, o banheiro já estava esfumaçado com a água quente em um dia de chuva. Ela caiu de boca no meu pau. Confesso que não esperava isso dela. Me chupou meio sem jeito, focando na cabeça do pau, olhando para mim vez ou outra, meu pau latejava e ela começou a engolir um pouco mais, como se estivesse se acostumando com o que estava fazendo. Cada vez mais ela engolia um pouco mais, e um pouco mais até que já enfiava quase meu pau inteiro na boca.

Já não estava resistindo aquela chupada gostosa e avisei que ia gozar. Ela tirou meu pau da boca e começou a me masturbar dizendo que queria ver eu gozando. Não demorou e eu gozei, ela virou meu pau para que não caísse nela, e ficou olhando meu pau, atenta até que não saísse mais nada. Se levantou, pegou o sabonete, lavou sua mão e meu pau. Nos beijamos novamente abraçados e saímos do banho exaustos.

Dormimos rápido e acordamos no dia seguinte com uma ligação do pai de Gabriela dizendo que estavam chegando. Sua roupa já estava seca. Ela se vestiu e ficou no sofá comigo nos beijando até que escutamos passos no corredor. Gabriela então saiu ao encontro deles, numa leve mudança de humor já iniciando uma briguinha. Me cumprimentaram e me agradeceram. Eu só conseguia pensar. “Eu que agradeço porque deixar sua filha comigo essa noite”.

Ficarei esperando a próxima vez que ela esquecer a chave.

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Comentários


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misteriososjk Comentou em 03/04/2025

Delicia. Gozei com esse conto. Espero que tenha continuacao

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paulo-79 Comentou em 03/04/2025

Maravilhoso, e muito gostosa

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casalbisexpa Comentou em 03/04/2025

puro tesão .. delicia de conto e fotos

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conan- Comentou em 03/04/2025

muito bom votado




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Ficha do conto

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sexgrafia

Nome do conto:
Historias de Vizinhas VII- A loirinha que mora ao lado

Codigo do conto:
232458

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
02/04/2025

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7

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5