Cunhadinha III – Uma carona deliciosa



Estava na casa dela em um almoço de família que acontecia vez ou outra aos domingos. Por volta das 13h, ouço Beatriz insistindo com seu pai para que a levasse até a casa de uma amiga. Elas iriam se encontrar para sair a noite para o cinema. O dia estava quente, típico de verão. A casa estava quente e fui até o portão, que de grade, para tomar um ar. Beatriz ficou reclamando com a família sobre não poder ir porque o pai não queria levar. Sua mãe lhe dava bronca e mandava ficar quieta ou ir de ônibus se queria mesmo ir.
— Não sei para que tem carro nessa casa! Pai só usa para ir para o interior trabalhar. — Saiu reclamando.

Me ofereci para levá-la, e minha, na época, esposa.
— Você vai levar ela? Tu nem gosta de dirigir. — Sua irmã se espantou.
— Qual o problema? Se não quiser, eu não vou!
— Não atrapalha minha carona Moninha! — Era assim que ela a chamava quando queria irritá-la.
— Tu adula muito essa menina — Falou a sogra com a mão na cintura e rindo.
— Você é o melhor cunhado. — Falou me abraçando.
— Não me faça mudar de ideia — Empurrei ela para longe.
— Nossa! Precisava me empurrar não!
— Ta muito quente, Beatriz. Já tá pronta?
— Já!
— Então vamos!

Era um trajeto curto, mas o trânsito pesado da cidade de são paulo depois de uma corrida de rua, transformou o que seria uma viagem rápida em quase uma hora dentro do carro. Beatriz, como sempre, estava animada, cantando as músicas que tocavam no rádio e fazendo pequenos comentários sobre tudo que via pela janela. Ela usava um vestido leve, daqueles que parecem feitos para o calor, com alças finas e um decote discreto, mas suficiente para deixar à mostra seu colinho delicado e a curva dos seus seios. O tecido era justo o bastante para destacar seu corpo, mas solto o suficiente para deixar imaginação fluir. E eu, é claro, imaginava bastante.
— Você tá quieto hoje. Tá com sono? — ela perguntou, puxando conversa enquanto ajustava o ar-condicionado para ventar diretamente nela.
— Não, só pensando na vida — respondi, tentando manter o tom casual, mas meu olhar fugia sempre para suas pernas, que ela cruzava e descruzava sem parar.
— Pensando em quê? — ela insistiu, inclinando-se um pouco para o meu lado, como se quisesse bisbilhotar meus pensamentos.
— Em nada importante — menti, sentindo o clima dentro do carro ficar mais pesado, não devido ao calor, mas pela tensão que sempre rolava entre a gente.

Beatriz sorriu, como se soubesse exatamente no que eu estava pensando, e então fez algo que me deixou ainda mais tenso: ela esticou os braços para cima, se espreguiçando, e o vestido subiu, revelando a parte superior das suas coxas. Foi rápido, mas suficiente para eu notar que ela não estava usando nada por baixo. Ou era minha imaginação de um tarado?
— Tá quente mesmo, né? — ela comentou, como se não tivesse feito nada de mais, enquanto abaixava os braços e ajustava o vestido.
— Muito — concordei, minha voz saindo mais rouca do que eu gostaria.
O trânsito parou novamente, e Beatriz aproveitou para mexer no celular, mas não demorou muito até que ela soltasse um suspiro e reclamasse:
— Nossa, que tédio. Nem dá para se mexer direito nesse carro.
— Paciência, né? — respondi, tentando me concentrar na rua, mas era difícil quando ela começou a se remexer no banco, como se estivesse desconfortável.
— Cunhadinho… — ela chamou, num tom mais baixo, quase sussurrando.
— O que foi? — virei o rosto rapidamente para ela e vi que ela estava me encarando com um sorriso malicioso.
— Você nunca pensou em… aproveitar um momento assim? — ela perguntou, passando a mão levemente pela própria perna, como se estivesse se acariciando.

Meu coração acelerou. Eu sabia onde ela queria chegar, mas ainda assim perguntei, tentando me fazer de desentendido:
— Aproveitar como?
Ela riu, como se minha tentativa de disfarçar fosse engraçada, e então inclinou-se mais para o meu lado, até que seu sopro quente chegou ao meu ouvido:
— Você sabe como.
O trânsito começou a andar de novo, mas eu mal conseguia prestar atenção na rua. Beatriz estava me provocando, e eu sabia que, se não tomasse cuidado, as coisas iriam além do que deveriam. Mas, ao mesmo tempo, a tentação era grande demais.
— Beatriz, a gente não pode… Eu estou traindo sua irmã sábia? — comecei a dizer, mas ela me interrompeu, colocando a mão na minha perna.
— Isso não te impediu das últimas duas vezes — ela respondeu, deslizando a mão devagar para cima, até chegar bem perto do meu pau, que já estava latejando dentro da calça.

Eu engoli seco, sentindo o carro ficar ainda mais abafado, como se o ar condicionado tivesse sido desligado. O trânsito parou novamente, e dessa vez Beatriz não perdeu tempo: ela desceu a mão e apertou meu pau por cima da calça, fazendo eu soltar um grunhido baixo.
— Gostou? — ela perguntou, com um sorriso de quem já sabia a resposta.
— Você tá louca — respondi, mas não afastei sua mão.
— Um pouco — ela admitiu, começando a esfregar minha pica por cima do tecido, enquanto olhava para a rua, como se nada estivesse acontecendo.

Eu me mantinha tenso, tentando prestar atenção no trânsito, mas era impossível ignorar o que ela estava fazendo. Seu toque era leve, mas proposital, e eu sentia meu pau ficar cada vez mais duro.
— Se continuar assim, eu não vou aguentar — avisei, num tom de alerta.
— Não precisa aguentar — ela respondeu, desabotoando minha calça devagar, como se estivesse brincando de desvendar um presente.

Meu coração batia tão forte que eu tinha certeza que ela conseguia ouvir. O trânsito andou mais um pouco, e eu precisei acelerar, mas Beatriz não parou. Ela enfiou a mão dentro da minha cueca e pegou meu pau, soltando um "nossa" baixinho quando sentiu o tamanho.
— Quieta — eu gritei baixo, sentindo seu toque quente me envolver.
— Relaxa, ninguém vai ver — ela respondeu, começando a me masturbar devagar, enquanto eu dirigia com uma das mãos no volante e a outra agarrada no banco, tentando não perder o controle.
Ela aumentou o ritmo, e eu senti meu corpo todo ficar tenso. Era surreal estar ali, no meio do trânsito, com minha cunhada me masturbando como se fosse a coisa mais normal do mundo.
— Beatriz, para… eu vou gozar — avisei, já sentindo o tesão tomar conta.
— Então goza — ela ordenou, apertando mais forte e acelerando o movimento.

Eu não consegui segurar. Com um gemido abafado, gozei na mão dela, sentindo meu corpo todo tremer. Beatriz riu, como se tivesse ganhado um troféu, e então limpou a mão num lenço que tirou da bolsa. Meu deu o lenço e em uma das tantas vezes que o trânsito parou, me limpei, me arrumei e joguei o lenço no banco de trás.

— Melhor que ficar parado no trânsito, né? — ela comentou, como se tivéssemos acabado de fazer algo banal, como comer um lanche.
Eu ainda estava sem ar, mas consegui responder:
— Você é impossível.
Ela só sorriu, ajustou o vestido e voltou a olhar pela janela, como se nada tivesse acontecido. O tesão já estava a mil, comecei a passar a mão em sua coxa a cada oportunidade. Cada vez ia subindo mais o seu vestido. Beatriz ainda contemplava as coisas la fora como se não se importasse com o que eu faria.

Ela se esticou de novo, espreguiçando pelo tédio. Agora tinha certeza que minha mente me enganou da primeira vez. Ela estava com uma calcinha azul toda de renda, minha mão já alcançava sua virilha e já sentia a textura do que ela vestia.
— O que tá querendo aí? — Empurrou minha mão enquanto olhava rindo para mim.
— Sentir seu corpo em minhas mãos. Virava para ela rápido, voltando a atenção ao trânsito e troca de marcha.
— Gosta de sentir meu corpo?
— Evito, mas não consigo! Já notou né?
— Sim e eu amo saber que me deseja.

Transito parado novamente, voltei minha atenção para ela. Já apertava forte sua coxa, e enfiei minha mão entre suas pernas.
— Calcinha bonita!
— Gostou?
— Sim! Ficou bem em você.
Continuei esfregando minha mão por cima dela. Beatriz abria levemente dando espaço ao que fazia, olhando para a janela tentando disfarçar. Puxei o resto do vestido que ainda estava preso sob seu bumbum e ela se levantou para facilitar. Puxei sua perna para abri-la ainda mais. Fazia isso tentando não perder o foco do trânsito.
— Sua calcinha já ta ficando molhada! — falei olhando para ela enquanto sentia o mel vazar pela calcinha rendada.
— Eu sei! Sempre fico assim quando você me toca.
— Isso é música para meus ouvidos.
Puxei ainda mais sua perna, para que eu conseguisse afastar sua calcinha e ter acesso a sua pele molhada. Beatriz entendeu minha tentativa, essa que eu fazia sem olhar muito para o lado. Tirei a mão por um momento para voltar a dirigir e ela,, sem falar nada, retirou sua calcinha, jogando-a no meu colo. Não pude conter a alegria e sorri feito criança que acaba de ganhar um doce.
Ela começa a passar o dedo pela buceta e me mostrar pinçando o indicado com o polegar o quanto ela estava molhada. Peguei sua calcinha, embolei na mão e dei uma cheirada forte.
— Safado. Gosta de cheirar calcinha?
— O cheiro do seu sexo eu gosto.

Nesse momento o trânsito flui e não consegui brincar mais com ela como eu queria. Percebi que o Waze estava mostrando que o destino estava há 5 minutos. Parei o carro umas três quadras do destino em baixo de uma árvore grande. O bairro era residencial e quase não passava ninguém. Desliguei o carro, que tem um insulfilme bem escuro. A sombra da árvore ajudou a ficar mais escuro ainda.
— Por que parou? — Ela perguntou
— Porque quero você por um momento — Falei já tirando o cinto e me direcionando a ela para beijá-la.
Ela retribuiu o beijo, minha mão já foi em direção a sua buceta. Comecei a masturbá-la. Passando o dedo de baixo para cima em sua buceta, capturando o melado que escorria e me concentrava em seu clitóris.
— Que delicia! — Ela gemia em meio aos beijos.
Beatriz estava arreganhada no banco. Ela ia “escorrendo” para frente a medida que ia rebolando em meus dedos. Ela buscava meu pau para senti-lo em sua mão. Deixei o caminho live abrindo o short para ela segurá-lo.
Não demorou e ela gozou. Ficou mole com a cabeça já quase pelo meio do encosto. Enchi minha mão, varrendo seu gozo que escorria e coloquei na boca, posteriormente beijando-a.
— Sentiu o gostinho da sua buceta? — perguntei enquanto ela tentava se acalma.
— Sim!
— Pois é! Esse é o gosto que eu adoro. Gosto do prazer.
— Safado! — Falou me empurrando.

Liguei o ar condicionado um pouco mais frio, Eu e Beatriz estávamos suados. Nos beijamos mais algumas vezes e falei que a levaria até a casa de sua amiga. Entreguei a calcinha para ela novamente.
— Não deixa essa porra aqui não. Se não tu me fode!
— Já pensou? Ia ser um caos. — Falou rindo muito.

Ela colocou novamente a calcinha e seguimos. Antes de sair ainda me deu um beijo. Ainda bem que não tinha ninguém por perto.
— Obrigado! Não só pela carona… mas por tudo!

Saiu do carro e eu voltei feliz da vida para a casa da sogra. No fim da noite seu pai foi obrigado a buscá-la.

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Comentários


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trazatona Comentou em 04/04/2025

Show cara. Continue narrando. Sua cunhada tem que ser acunhada logo. Coma essa putinha.

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eddiesilva Comentou em 04/04/2025

cunhada tesuda demais...




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Cunhadinha III – Uma carona deliciosa

Codigo do conto:
232586

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
04/04/2025

Quant.de Votos:
4

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