Nunca tinha visto minha cunhada com outros olhos até o dia em que ela pediu para arrumar seu celular que não ligava. Minha sogra, que estava sem dinheiro, quase implorou para que eu desse um jeito, pois não tinha dinheiro para comprar outro. Levei o celular para casa e procurei alguns tutoriais na internet de como 'ressuscitá-lo'. Baixei alguns aplicativos e alguns s, liguei o celular no PC e fiz um backup do que estava no HD. Alguns procedimentos mais e pronto. Celular ligando novamente. Mas curioso que sou, resolvi ver as fotos e outras coisas que continha no backup.
Beatriz era novinha, era uma menina muito meiga e até um tempo atrás ainda mamava na mamadeira e chupava o dedo. Era o que eu sempre brincava. Seus familiares sempre riram disso e era uma piada interna da família. Mas apesar disso já tinha seu corpo bem formado. Seus peitos já estavam grandinhos e ela tinha uma boca carnudinha bem bonita. Pele branca e cabelo castanho. Dentinhos para frente. Resquícios de chupar muito dedo na infância.
Ao mexer nos arquivos encontrei umas capturas de tela de conversas de um aplicativo de bate papos de coreanos. Os jovens de hoje estão fissurados nisso. No aplicativo, os coreanos puxavam papo mais picantes com as meninas brasileiras por elas serem mais bobas e encantadas. Em uma dessas conversas privadas, Beatriz estava dando corda para um deles em assuntos um tanto quanto picantes. O coreano perguntou se ela era virgem e se queria transar e ela dizendo que sim, tinha vontade e todo dia se masturbava, mas ainda era muito nova para isso. Ele então manda uma foto do pau para ela que retribui com foto de seus seios. Esse print, imagino eu, tenha ido para alguma amiga que também tinha o mesmo aplicativo, porque tinha outros prints de outras conversas que não a dela com conteúdos mais ou menos assim em meio aos tantos outros arquivos.
Continuei vasculhando o backup e encontrei as fotos que ela tinha tirado, não sei se enviou ou só tirou de curiosidade, a maioria estava com lingerie, uma ou outra com seios à mostra, algumas com seu rosto à mostra e isso me preocupou. Mas não sem antes eu bater uma punheta para aquele corpinho sexy descobrindo sua sexualidade. Já fui jovem, sei que a troca de nudes é comum. Inclusive ainda amo um sexting até hoje.
Entreguei o celular de volta e disse que tinha formatado o celular, mas que tinha guardado os dados de fotos, vídeos e músicas em uma pasta que depois ensinaria a ela como colocar de volta no celular. Ela ficou surpresa por um momento. Deve ter imaginado que não era possível recuperar nada. Nisso ficou inquieta e logo voltou dizendo que eu poderia apagar tudo. Fiz o que ela pediu, mas enviei uma mensagem para ela falando que vi as capturas de tela e todas suas fotos. Entendia que estava se conhecendo e não tinha problema em enviar nudes, desde que o rosto não aparecesse para que não caísse na internet, ou se ela realmente confiasse na pessoa que estava recebendo.
Ela não respondeu à mensagem, mas depois sentou ao meu lado enquanto via TV e disse um obrigado. Eu disse tudo bem que podia confiar em mim, que a via como irmã e se qualquer coisa acontecesse podia contar comigo. Ela então foi para o seu quarto e nesse dia não a vi mais. Tempos se passaram e eu já olhava a Beatriz com outros olhos. Seu corpo cada vez mais desenvolvido chamava cada vez minha atenção. Obviamente nunca tentei nada, porque sabia que era errado.
Tempos depois seu celular novamente deu pau, já era um celular velho e realmente já estava com os dias contados. Ela pediu que eu desse uma olhada de novo. E novamente olhei suas fotos. Lá tinha uma captura de tela da mensagem que tinha enviado a ela. Imagino que ela tenha contado para alguma amiga que vi suas coisas. Não tinha mais nenhuma novidade em meio aos arquivos, mas fiquei pensando para quem foi enviado nossa conversa. O que sua amiga teria dito? Dessa vez só forcei o celular a reiniciar e funcionou.
Tinha comprado um celular novo e tinha um reserva. Dei o reserva a ela de presente, ele ainda era ótimo para ela. A ajudei a configurar sua conta do Google e memorizei a senha. Muitos meses se passaram e eu no tédio resolvi tentar conectar na conta dela para ver se ainda funcionava ou se ela tinha mudado. Para minha não surpresa, a senha era a mesma e fui logo saber o que tinha na sua galeria. Dessa vez tinha várias fotos e vídeos dela pelada e se masturbando e várias fotos de pintos diferentes que ele devia trocar nesses aplicativos de relacionamentos.
Bati muita punheta para ela vendo esse conteúdo quase vip ali. Os dias iam se passando e sempre esquecia daquilo e num dia de tédio lembrava e abria de novo e lá estava novos conteúdos. E eu novamente acabava em punheta. Isso foi acontecendo por quase um ano. Eu esquecia, lembrava e às vezes tinha conteúdo novo, às vezes não. Até que parei de entrar.
Certa vez sua mãe passou mal e precisou ser levada para o hospital, seu pai que trabalhava no interior não conseguiu vir. Sua mãe pediu para que Beatriz ficasse na nossa casa nesse tempo. A levei até sua casa, ela pegou umas roupas dela, umas roupas da mãe, levamos ao hospital e seguimos para casa. Ela iria dormir conosco no fim de semana ou até seu pai conseguir sair do trabalho e voltar.
Beatriz dormiria no sofá-cama que tínhamos. Jantamos e ela tomou banho para dormir. Saiu do banheiro com sua camisolinha cinza até o meio das coxas, cheio de florezinhas. Jogou suas roupas em uma cadeira na sala e se ajeitou para dormir. Ela estava lindíssima e muito cheirosa, passou por mim, me empurrando como sempre brincávamos e meu pau já endureceu. Me despedi dela e fui dormir.
Na manhã seguinte acordei cedo. Como sempre, Beatriz e sua irmã ainda dormiam. Elas sempre acordavam tarde, ainda mais no final de semana. Fui até a sala e o sol já batia na janela. Fazia calor e Beatriz estava com sua camisola na cintura deixando sua pequena calcinha de algodão a mostra. O mastro já subiu e forçava o short fino sem cueca que usava. Tentei abaixá-lo com a mão, mas me dava cada vez mais tesão vê-la deitada de bruços, com uma perna esticada e uma dobrada, mostrando as curvas da sua buceta apertadas naquela calcinha também cinza clara. Fui em direção a ela e comecei a cobri-la, e ela acordou, olhou para mim assustada com a barraca armada que via. Tentei acalmá-la falando que só estava tentando cobri-la, que sua camisola estava subindo e estava mostrando demais.
Ela se sentou, ainda do susto de me ver mexendo nela e depois de um tempo entendeu o que estava acontecendo. A deixei e fui para cozinha que era bem em frente, mas ainda dava para vê-la, pois a parede da cozinha era aberta com uma bancada. Fiz um lanche e perguntei se ela queria.
— Tem Toddynho? Só tomo isso de manhã.
— Tem, sua mãe disse que tu só toma isso, sua irmã comprou
Levei até ela e fiquei sentado no sofá do lado do corredor. Comemos e ela deitou novamente.
— Ainda com sono?
— Um pouco, acordei assustada e estava com calor.
— Então pode voltar a dormir. Vou ficar jogando no celular aqui
— É melhor não, vai que ronco aqui perto de você.
— Relaxa, não tem problema. Mais fácil você chupar dedo enquanto dorme. — Brinquei
— O que você está jogando? — Se levantou olhando o celular curiosa
— Um RPG online.
— É legal?
— Acho que não vai curtir não. É bem coisa de nerd.
— Ah, deixa eu ver. Se inclinou mais ainda
Se ajeitou ao meu lado e senti seu cheirinho gostoso e já comecei a pensar mil besteiras. Meu pau querendo subir, puxei uma almofada e coloquei em cima, ela olhou na direção do pau e eu fingi que nada aconteceu.
— Você joga alguma coisa?
— Não, só fico na internet conversando mesmo.
— Só conversando né? Sei!
— Não deixa de ser conversas. — Falou se afastando um pouco
Ficou um silêncio inquietante nessa hora, mas ela o quebra logo em seguida.
— Mas obrigado por não contar nada para minha mãe. Ela me mataria.
— Eu sei, já fui jovem, não tenha dúvida que suas irmãs também fazem isso.
— E você gosta disso?
— E que homem não gosta?
— Percebi, você sempre entra na minha conta.
Nunca tinha parado para pensar que o Google notifica quando alguém entra. E mesmo ela sabendo que eu via suas fotos, ela ainda continuava fazendo. Nessa hora ficou um misto de medo e tesão. Perguntei como se não soubesse de nada,
— Como sabe disso?
— Eu recebo as notificações quando você entrar, mas eu confio em você.
— Por que confia em mim? Nunca pensou em deletar os arquivos ou mudar a senha?
— Porque você nunca fez nada comigo, sempre foi gentil e eu esqueço que tenho que apagar.
— É, realmente nunca faria nada contigo, por vários motivos.
— Por quê?
— Você é minha cunhada. Só por isso já é suficiente
— Mas nunca teve curiosidade não?
— Curiosidade sempre temos. Somos humanos.
— Você tem razão — Deitando a cabeça no meu colo, mexendo no celular.
— Ainda com sono né! Pode dormir.
— Não quero — Prefiro mexer no celular
— Então não dorme.
— Está tudo bem? — Perguntei enquanto Beatriz pega minha mão e coloca em sua barriga.
— Está sim!
Noto que os bicos de seus seios estão ficando enrijecidos já mostrando seu tesão.
— Está com frio? Puxa o cobertor aí!
— Não é frio.
— É o que então?
— Nada não! — Respondeu mexendo a cabeça na almofada como se sentisse meu pau crescer dela.
— Perdeu a vergonha mesmo? — Falei olhando para Beatriz dobrando seus joelhos mostrando novamente sua calcinha.
— Já viu tudo mesmo.
— Só em foto. Pessoalmente não!
Meu pau estava duro, mas sabia que não podia fazer nada e mantive minha mão na sua barriga e com a outra fazia um carinho em sua cabeça. O celular já estava de lado faz tempo. O jogo podia esperar, a visão do seu corpo era mais interessante.
— Mas eu nunca vi você, nem em foto. — Retrucou ela.
— E por que eu faria algo parecido? Ta doida? — Falei parando o carinho em sua cabeça
— Por que não? — Falou se ajoelhando ao meu lado
— Preciso repetir os motivos?
— Eu sei, mas eu sempre fico imaginando como você fica quando vê minhas fotos.
Ela empurra a almofada para o chão, deixando a mostra meu pau duro dentro do short.
— Então era isso que eu tava sentido na minha cabeça?
— Mais ou menos. — Fiquei olhando sua reação olhando.
— Só quero sentir um pouco. — Falou levando a mão até o pau, mas a afastei.
— Acho melhor não.
— Deixa de ser chato. Nunca vi um pessoalmente, só em fotos.
— Ok, mas é rapidinho.
Não vou negar que eu tava adorando ela se mostrar toda interessada em mim. Me pau latejava só de pensar naquela situação perigosa acontecendo perto da minha, mulher. Puxei meu short um pouco para baixo e deixei para fora minha pica. Ela ficou olhando, admirada, balançando a cabeça como um cão que ouve um som estranho.
— É um pouco diferente das fotos. — Comentou
— Achou? O que esperava?
— Sim, é uma cor mais viva.
Nisso ela não se acanhou e pegou nele. Eu não sabia se deixava ou se tirava, meu coração palpitava e minha cabeça de baixo tava falando mais alto. Meus olhos se virou para o corredor, a porta do quarto permanecia fechada e não ouvia nenhum som vindo de lá.
— Era o que imaginava? Perguntei!
— É quente né! Não pensei que fosse tão quente assim.
— É porque estou com tesão. Sangue ta todo aí, e minha sanidade também — Brinquei.
— Eu também estou um pouco.
Relaxei um pouco e deixei ela mexendo no meu pau, conhecendo ele aos poucos, mexendo nas bolas, rindo, toda aquela curiosidade de uma virgem tendo sua primeira experiência física daquilo que ela só conversava na internet. Meu pau latejava e eu só pensava no quão errado era aquilo e que morreria pelo seu pai se ele descobrisse. Quando ouço barulho na porta do quarto. Viro a cabeça para o corredor.
— Olha quem acordou. — Falei desesperado enquanto ajeitava o pau dentro do short.
— Beatriz já acordou? — Sua irmã perguntou saindo do quarto em direção ao banheiro.
— Já sim! Está aqui me vendo jogar e conversando comigo. Já tomou café também, inclusive.
— Tá bom! Já que ela comeu, vou mijar e dormir de novo, que ainda to com sono.
Beatriz estava com o olho gigante, com um certo medo de ser descoberta, se cobriu com o cobertor e ficou sentada comportada. Liguei a TV e deixei no canal Home & Health. Enquanto conversava qualquer coisa com ela para disfarçar. Me ajeitava novamente com a almofada no chão. Não demorou, ela saiu do banheiro e voltou para o quarto sem nem passar pela sala. Beatriz e eu nos olhávamos, rindo em total desespero. Passados uns 10 minutos já estávamos mais calmos e rindo baixinho, para não acordá-la com nossas conversas. A TV ajudava nessa função.
O sol batia totalmente na sala pela manha. Mesmo com a cortina, o sol já tomava conta da sala e fazia calor. Beatriz novamente se descobre e senta bem colado comigo.
— Quero vê-lo de novo! — Falou dessa vez mais aflita.
— Não tem medo da sua irmã não? — Falei sussurrando.
— Ela vai dormir até meio-dia se ficarmos quietos. — Levantando as duas palmas da mão para cima e jogando com os ombros.
Acariciando meu pau em cima do short, ela foi tirando ele para fora de novo e enchendo sua mão. Estávamos sentados, ombro com ombro. Passei a mão por cima do seu ombro e comecei a apertar seus peitos durinhos de menina nova, passando o dedo em seu biquinho duro e dando leves apertadas. Suas pernas se mexiam e dava para sentir seu tesão.
Beatriz tentava se ajoelhar em cima dos calcanhares, mas puxei sua perna para que ela descesse os pés ao chão. Ela se ajeitou puxando sua camisola para cima da cintura, deixando sua calcinha a mostra, voltando a pegar em meu pau. Com minha mão esquerda fui passando a mão e sua coxa e subindo já abrindo aos poucos suas pernas para alcançar aquilo que sempre via nas fotos e me acabava no banheiro imaginando. Chegando em sua buceta ainda por cima da calcinha já dava para sentir como estava se molhando. A calcinha estava com uma marca, bem no meio da racha. Ao encostar nela, ela deu uma leve respirava mais forte, jogando o corpo para trás e num impulso, fechou as pernas.
— Vai devagar hein! — Falou preocupada.
Não falei nada e comecei a acariciá-la por cima da calcinha, ela fechou o olho e ficou ali gemendo baixinho perto do meu ouvido, com a cabeça encostada no ombro. Isso dava ainda mais tesão. Puxei sua calcinha para o lado para sentir sua pele, ela tira a minha mão, se levanta e tira toda a calcinha, colocando junto das outras roupas dele que tava ali perto. Voltando a se sentar ao meu lado, já com as pernas abertas.
— Você é doida, Beatriz!
— Ia só atrapalhar! — Falou como se fosse experiente.
Então me virei de lado, com meu braço esquerdo passei sobre seu ombro, minha mão direita estava livre para masturbá-la. Enfiei minha mão por debaixo da camisola até seus peitos e rodei meus dedos em seus biquinhos. Fui descendo meus dedos até sua buceta bem aparadinha. Ela mordia os lábios e segurava meu braço, quase como se guiasse onde queria ser tocada. Brinquei com seu clitóris. Às vezes tentava enfiar um dedo nela, mas ela me puxava para seu clitóris de novo até que gozou mordendo a almofada que estava junto dela.
Beatriz ficou mole e rendida no sofá olhando para mim, respirando ofegante. E eu morrendo de tesão de tê-la visto gozar comigo. Meu pau latejava e as bolas já doíam de não ter feito nada.
— Foi ótimo! Imaginei você fazendo isso em mim várias vezes. — Falou com um sorriso cansado.
— Eu imagino te comendo toda vez que vejo um vídeo seu se masturbando.
— Safado! Agora vou te imaginar me comendo também quando me masturbar.
Beatriz procurou meu pau no short novamente. Ela ficou muito mole após gozar e disse que era melhor parar por ali que já tínhamos ido longe demais. Ela então deitou em meu colo e enquanto eu fazia um cafuné, pegou no sono. Joguei um lençol fino que cobria o sofá por cima dela, encostei a cabeça no sofá e também dormi. Quando sua irmã se levantou, nos acordou dizendo
— Que bonitinho vocês dois no sofá. Agora vamos acordar que já ta tarde.
Acordei assustado, mas ela nunca desconfiou de nada.
Cunhada gostosa e putinha. Aproveite essa beldade. Meta a madeira.
Tirou onda, que delicia de cunhadinha. Tesão grande aqui. Votado!!!!
sensacional .. delicia demais .. puro tesão .. tem meu voto .. fotos lindas
Conto maravilhoso com fotos e diálogos excitantes.