SERÁ QUE TUDO ESTÁ ESCRITO NAS ESTRELAS? Capítulo 21

No sábado fui bem cedo pegar a Fernanda em sua casa. Combinamos que eu levaria também outras duas amigas dela. No total fomos em três carros. Além de nós quatro, que fomos no meu carro, também foram dois outros casais e mais um rapaz, uma moça e uma garotinha de uns oito anos. As três gurias eram amigas de escola da Fernanda. Um dos casais eu já reconheci do aniversário dela. A moça do outro casal eu reconheci de fotos como sendo a Jéssica, que fazia a dupla de vôlei com a Fernanda.
A Fernanda estava linda, vestindo um shortinho jeans claro, com a barra toda desfiada e uma camisetinha cropped vermelha, deixando a barriguinha de fora e mostrando sua cinturinha, que chamou tanto minha atenção no dia que a conheci. Dava para ver que ela e as amigas estavam com biquíni por baixo da roupa.
Para chegar nessa cachoeira da Bunda pegamos a rodovia SC-441 e depois andamos mais uns 600 metros em uma estradinha de terra até avistar a enorme rocha sob a qual corre a água.
Chegando lá fomos direto para a água, aproveitando que o dia estava muito quente e a água bem gelada.
O biquíni da Fernanda era azul claro, com estampa florida. O top era um tomara que caia, que do meio dos peitos saiam duas tiras que foram amarradas atrás do pescoço. E a calcinha era de lacinho. A menina estava um espetáculo, mostrando suas pernas longas e torneadas e sua bundinha bem empinada. Não preciso dizer que, como homem, eu estava doido para botar minhas mãos naquele material.
Logo que entrou na água ela começou a “nadar cachorrinho”. Eu ri e falei.
— Pelo visto hoje eu vou ter que ensinar alguém a nadar!
— Eu já sei nadar!
— Não, nadar de verdade...
— Eu sei nadar peito.
— Vamos que eu quero ver.
Entrei na água e a partir daí nos divertimos muito. Brincamos e rimos muito. Acredito que por estar próxima das amigas ela estava bem mais relaxada e não tão tímida como das outras vezes.
Depois de lanchar ainda fizemos um jogo de vôlei improvisado, fizemos uma caminhada até o topo da rocha e no final ainda voltamos para a água.
E foi ali rindo, próximo da queda d'água que demos o nosso primeiro beijo. Fui muito natural e seguido de vários outros beijos, cada vez mais ardentes. E só paramos quando ouvimos uma das amigas da Fernanda gritar: “— Olha, podem ir pro motel que a gente se vira pra voltar. Kkkk.”
Quando deixei a Fernanda em casa ela me deu outro beijo e falou:
— Você pediu para avisar, então estou te avisando que estamos oficialmente namorando!
Me deu outro beijo e saiu com um sorriso estampado no rosto. Quando cheguei em casa ainda ficamos conversando por mensagens de texto por bastante tempo, enquanto eu arrumava minhas malas, pois iria para Brasília no domingo a noite.
E começamos a namorar mesmo. Como eu trabalhava a semana toda e a Fernanda estudava (fazia o 2º ano do ensino médio) praticamente só nos víamos nos finais de semana, em que eu ia para Tubarão ou ela vinha para Criciúma.
O maior problema é que ela mantinha o seu voto de castidade e, cada vez que a coisa ia esquentando entre nós ela já pedia para parar. Não preciso nem falar que eu estava doido para meter a piroca naquela mulherona linda.
No final do ano levei a Fernanda para a confraternização da família, que nesse ano foi eu um clube de campo. Mais uma vez, ela se fechou um pouco, como sempre fazia quando estava em ambientes novos, só que dessa vez, não foi tanto, pois ela já conhecia algumas pessoas. E teve também a Millene que não desgrudou dela em nenhum momento e a toda hora chamava a Fernanda de cunhada. Até jogamos vôlei juntos para descontrair e mostramos ser uma ótima dupla, pois vencemos cinco partidas seguidas.
Depois das festas de final de ano vieram as férias e acabamos nos aproximando mais ainda. Tentei levar a Fernanda para passar uns dias em Florianópolis, entretanto os pais dela não deixaram, então acabamos fazendo bate e volta em vários pontos turísticos próximos.
Ela só foi à minha Colação de Grau do Mestrado porque também fizemos praticamente um bate e volta. Saímos bem cedo e pegamos um vôo de Florianópolis até Campinas. Chegamos depois do almoço e fomos para um hotel só para descansar e trocar de roupa. Fomos para a colação, depois teve uma recepção e ficamos com o pessoal até as duas horas da manhã. Voltamos para o hotel só para um banho e fomos pegar o vôo às 6h da manhã em Congonhas. De lá até Florianópolis e de volta para casa. Nesse dia fiquei muito cansado e com medo de ter algum acidente enquanto dirigia voltando para casa.
Na colação a Fernanda foi deslumbrante. Com ela toda montada e maquiada ninguém em sã consciência diz que ela só tem 17 anos. E ela foi com um vestido longo azul escuro, com as alcinhas bem finas e uma enorme fenda em uma das pernas, que ia até acima do meio da coxa. E com um salto altíssimo. Nesse dia vi muito marmanjo babando atrás dela e tive que me controlar muito para não agarrar aquela menina no nosso quarto do hotel.
Valeu o passeio, apesar do jogo duro que a Fernanda continuava fazendo, que até o banho tomou de porta trancada. Nem precisava pois eu também não tentei nada mais ousado.
O negócio estava indo tão bem que até o meu apartamento a construtora entregou um mês antes do previsto.
E em junho, em pleno dia dos namorados, fomos a um passeio na Serra do Rio do Rastro, que considero um dos locais mais lindos do Brasil. E foi nesse lindo local que acabamos ficando noivos e marcando nosso casamento para o final do ano, quando completaríamos dois anos que nos conhecemos.
Ainda tinha muita coisa para terminar no apartamento e por sorte o meu tio Zezinho ajudou à coordenar a colocação dos pisos, o termino dos banheiros, a instalação das luminárias e todo o trabalho de marcenaria na cozinha e nos quartos.
Em julho a Fernanda, junto com os seus pais, foi visitar um parente em Brasília. Iriam passar uma semana já e por uns três dias coincidiria com um trabalho que eu estaria fazendo lá também. Então marcamos de nos encontrar.
E eu decidi que havia chegado a hora de transar com a agora minha noiva. Eu já estava até com o discurso pronto e dessa vez ela não escaparia.
Das últimas vezes que ia a Brasília estava sempre ficando no mesmo hotel, próximo à sede da Policia Federal, que era onde estávamos prestando serviço. Então marquei com a Fernanda de nos encontrar no Shopping Conjunto Nacional.
Só que nesse dia a mãe dela foi junto, atrapalhando os meus planos. Acabamos passeando e marcamos de ir no dia seguinte, logo cedo, para conhecer a sede da empresa que a Fernanda prestava serviços esporádicos, fazendo traduções de textos e áudios do alemão para o português.
Nesse dia eu acordei com uma dorzinha chata nas costas, que não dei muita importância, achando que meu corpo tinha estranhado a cama do hotel. E fui me encontrar com a Fernanda na estação 102 sul do metrô. Chegando lá a dor tinha aumentado muito. Expliquei a situação para ela, pegamos um táxi e fomos direto para o pronto socorro.
Nessa hora a dor já estava insuportável. Fui atendido, examinado, medicado e o diagnóstico foi de calculo renal. Um único calculo que estava me infernizando.
Pelo local em que o calculo estava resolveram me deixar internado em observação. E ainda bem que fiquei internado, pois quando a eficácia do remédio ia passando a dor voltava com tudo.
Por ainda ser menor de idade não deixaram a Fernanda ficar me acompanhando. E ela foi embora para voltar no dia seguinte.
Vi os médicos cogitando até em colocar um “cateter duplo J” em mim. Depois que passou tudo eu fui ver o que era esse cateter e agradeci muito por não ter precisado.
Passei a noite no hospital e no dia seguinte consegui expelir o calculo, que tinha uns 5mm de diâmetro e saiu rasgando o canal. Até hoje fico imaginando como uma pedrinha minúscula daquele tamanho pode causar tanta dor. Ela era âmbar e parecia uma bolinha com vários grãos de açúcar cristal grudados juntos.
Quando a Fernanda chegou ao hospital eu só estava aguardando o resultado dos exames para receber alta. E ela ficou muito contente em me ver bem.
— Poxa Beto, eu nem dormi essa noite, de tanta preocupação com você...
Foi muito bom ver que ela estava sorrindo e aliviada, o que contrastava com a cara de preocupação que estava no dia anterior.
— Você quer me deixar viúva antes mesmo de casar?
— Fica tranquila que você não vai se livrar de mim assim tão fácil. Agora eu estou melhor. Só que nunca mais quero sentir essa dor. E o pior é que eu tinha planejado tanta coisa para fazermos nesses dias e deu tudo errado... vocês vão embora hoje mesmo?
— Aham. Meu pai quer sair lá pelas 15 horas, para evitar o trânsito. Só não se preocupe, vamos ter várias oportunidades para voltar aqui.
Eles tinham vindo de carro e aproveitado para passar em vários outros locais. Ela me falou que dormiriam em Uberlândia, depois passariam um dia em Londrina e de lá iriam para Chapecó. Só então iriam voltar para casa.
Eu ainda fiquei mais três dias em Brasília para terminar o meu trabalho e quando cheguei a Criciúma eles ainda estavam em Chapecó.
Depois disso fui ao médico, fiz vários exames e não encontraram mais nenhum calculo e mesmo assim o médico me passou várias orientações sobre alimentação e consumo de líquidos.
Como a Fernanda estava terminando o ensino médio e pretendia fazer o vestibular para medicina eu já comecei a me preocupar. Primeiro que eu não tinha a menor condição de pagar as mensalidades de uma faculdade particular de medicina. Então a Fernanda teria que tentar a vaga em uma pública. Se ela conseguisse uma vaga em São Paulo, Belo Horizonte, Florianópolis, ou Brasília, que são locais onde tem escritório da empresa em que trabalhava, muito provavelmente eu conseguiria uma transferência. O problema seria se ela passasse em algum outro lugar.
Assim, já me antecipando, eu resolvi voltar a estudar e fazer alguns concursos públicos de nível nacional. Dessa forma aumentariam as nossas opções de locais e eu teria uma carta na manga para negociar mais tarde. O ideal mesmo seria que ela passasse em São Paulo, pois além de ser a sede nacional da empresa, ainda tinha meu irmão morando lá, que poderia nos ajudar muito no começo.
Logo que voltei desse último tumultuado trabalho em Brasília, o Thomas me chamou em sua sala e comunicou que estaria me colocando à frente de uma grande concorrência para vender e instalar equipamentos de filmagem para a maior mineradora do país.
Era uma venda milionária, de mais de 1000 equipamentos, divididos em quase 20 categorias. Tinham câmeras internas, externas, de gravação contínua ou com sensores de movimento. Umas com lente grande angular e outras fixas em algum ponto. Para alguns equipamentos eles pediam até reconhecimento facial para uso em corredores ou acima de portas. A transmissão dos dados também era bem variada, usando fibra ótica em algumas câmeras, outras usariam cabo metálico e em outras a transmissão se daria por Wireless Fidelity (wi-fi).
Na documentação descrevia o caríssimo sistema de aquisição de dados que eles já possuíam e para o qual o nosso equipamento deveria ser compatível.
Já de cara eu percebi que a maioria do nosso equipamento não atendia as especificações básicas solicitadas. E estudando bem o que a empresa queria e o que nós tínhamos de equipamentos disponíveis, me consultei com vários amigos e me aprofundando muito no assunto, cheguei à conclusão de que o ideal seria montamos sistemas modulares, no qual ajustaríamos individualmente o hardware e o software de cada equipamento de acordo com requisito de onde seria instalado.
Apresentei a proposta ao Thomas e tive muita ajuda do pessoal da Técnica, que me ajudou a fazer uma engenharia reversa em nosso próprio equipamento, onde montamos vários “frankensteinzinhos”, que depois reinstalamos nos cases dos equipamentos e só então levei tudo para a nossa Operações, que ensaiou exaustivamente todo o material, enquanto eu preparava a documentação técnica de tudo.
Em meio a isso fui ao interior do Estado do Pará, verificar em loco onde cada equipamento seria instalado. Fiz um relatório detalhado de todo o projeto, descrevendo equipamentos, custos, prazos e tudo mais e levei à apreciação da diretoria que, após submeter minhas modificações ao Departamento de Desenvolvimento, nos Estados Unidos. Devido ao prazo curto, a nossa diretoria, apesar de fazer muita cara feia, finalmente aprovou o meu relatório e a partir dele fizemos a nossa proposta de fornecimento, totalmente de acordo com o que a mineradora queria.
Nesse meio tempo aconteceu uma tragédia. Em meados de outubro o marido da minha prima Laura teve um mal súbito e veio a falecer, deixando ela nos Estados Unidos com uma filhinha de três meses. Não preciso dizer o quanto todos ficaram chocados. E em menos de um mês a Laura voltou para o Brasil e voltou a morar com os seus pais.
Eu acabei me voluntariando para ir com os meus tios para buscar a Laura no aeroporto de Florianópolis. A bebê era lindinha e bem cabeluda. E assim que a tia pegou a bebê no colo a Laura me abraçou forte pela cintura e ficou chorando agarrada a mim por pelo menos uns cinco minutos.
Eu e a Laura sempre fomos muito unidos e confesso que foi angustiante ficar ali com ela sem ter nada o que fazer além de tentar consolá-la.
Dois dias depois levei a Fernanda para conhecer a Laura e sua filhinha, a Olivia. Faltava apenas um mês para o meu casamento.
A Laura achou a Fernanda linda e disse que ainda não acreditava que eu iria me casar. Tentei alegrá-la o máximo possível.
Como eu sabia que a Laura era apaixonada pelo sorvete da sorveteria Dolce Angolo, levei ela e a Fernanda para lá. Ficamos um bom tempo discutindo sobre qual o melhor sabor entre a grande variedade de opções que eles possuem no cardápio.
Só a Fernanda, que estava usando uma camisetinha de malha e sem sutiã, que tava me deixando louco. Não via a hora de cair de boca naqueles peitinhos. Fora que tinham vários caras secando ela em todo lugar que íamos.
Acho que meu plano deu certo, pois a Laura riu bastante das minhas palhaçadas e recordamos muito da nossa infância e juventude. Foi como nos velhos tempos, só que agora a Laura estava viúva e tinha uma filhinha e eu estava com a minha noiva.
Depois que deixamos a Laura em casa, já estava bem tarde, mas fui com a Fernanda para ver como estava ficando o nosso apartamento. Toda a obra já tinha acabado, vários moveis já tinha sido entregues e só faltava a instalação do box nos banheiros e a conclusão de uns detalhes da pintura. E a Fernanda foi logo elogiando:
— Tá tudo muito lindo! Bem que você falou que essa da parede ia combinar com a o sofá...
— Claro meu amor! Vem ver como ficou a cozinha...
Depois de vermos tudo ela veio para o meu lado, dando seu sorriso tímido.
— Eu estou nervosa, nem acredito que só falta um mês para o casamento.
— Nem tanto Fernanda, já adiantamos muita coisa, você vai ver que vai ser tranquilo.
— Você estava muito taradinho hoje... vi que não tirava os olhos dos meus peitos. Acho que até a Laura percebeu.
— Também, com essa camisetinha não tem combate. Não tem homem no mundo que resista a esses biquinhos tentando furar a camisa...
Nessa hora parece que os bicos dos peitos dela ficaram mais enrugados ainda. Então ela veio para o meu lado e me deu um beijo. Logo em seguida falou no meu ouvido:
— Vamos fazer um negócio. Eu deixo você dar um beijo no meu peito. Não vamos fazer mais nada. Só um beijo mesmo.
— Eu queria era beijar o seu corpo todo...
— Não Beto. Eu também estou doida para fazer amor contigo... só falta um mês... você concorda em só tocar e beijar meu peito. Jura que não vai tentar fazer mais nada.
O máximo que tínhamos feito foram uns amassos dentro do carro e com a Fernanda sempre na defensiva. A única coisa mais ousada que eu havia conseguido tinha sido beijar o seu pescoço e alisar o seu bumbum. Assim, eu balancei a cabeça afirmativamente e ela continuou:
— Tá bom... eu vou acreditar em você...
E falando isso ela abaixou as alças da camiseta, revelando seus lindos seios. Realmente a Fernanda é uma mulher linda e tem um corpo extremamente sedutor. Pude ver seu pescoço alongado, e seus ombros com poucas sardas. Mais abaixo sua cinturinha fina e a barriga com uma rala penugem loira e mais acima os peitos pequenos e durinhos, com auréolas médias, quase da cor da pele e no meio delas suculentos biquinhos protuberantes. Procurei memorizar cada detalhe daquela maravilha da natureza.
E que maravilha foi ver a Fernanda trajando somente uma mini saia jeans claro e uma sandália.
Dava para ver que ela estava tímida. Logo cruzou um dos braços sobre os seios e falou:
— Eu fico sem graça de você me olhar assim. Eu sei o que é... eu sempre tive vergonha por meus seios serem pequenos.
— Não fica assim minha querida. É que você é linda e perfeita.
Fui até a Fernanda, a beijei, fiz carinho no peitinho dela e a levei até o sofá e nos sentamos. Minha boca se encheu de água. Eu sonhava com esse momento há muito tempo. Nos beijamos ardentemente e aproveitei para explorar a sua boca. Foi nosso primeiro beijo como amantes.
Eu sentia o corpo dela todo tremer, a transpiração e o coração disparado. Vi que ainda estava acariciando um de seus peitos e lhe dei um apertão. Ela até mordeu a minha língua.
Passei a beijar o seu pescoço e ela foi ficando ofegante. Fui descendo até encarar aqueles belos peitinhos pequenos, mas bem durinhos e bicudos. E comecei a chupá-los alternadamente. Lambia o pescoço, beijava sua boca e voltava a mamar aqueles peitinhos com gosto de menina.
Meu pau estava quase explodindo dentro da calça.
Mordisquei um dos bicos e ela gemeu gostoso. Eu tinha certeza que a xaninha dela estava melada.
— Tá bom... para Beto... tá bom, vamos parar...
Ela falou isso já bem ofegante e foi se levantando, ajeitando a sua camiseta e cobrindo os seios.
— Poxa Fernanda, só mais um pouquinho... não estamos fazendo nada de mais...
— Não Beto. Tá bom mesmo... assim eu não aguento. Vamos embora....
Levei a Fernanda para a Rodoviária, para voltar para a casa. A volta dela de ônibus era bem tranquila, pois os pais dela moravam na rua de trás da rodoviária. Da saída da rodoviária de Tubarão até o portão da casa dela a caminhada era somente de uns cinco minutos.
Voltei para a casa e bateu aquele arrependimento. Se eu tivesse insistido mais um pouquinho com certeza eu tinha comido ela naquele dia. Ela estava de saía, era só fazer um carinho no grelinho dela, podia ser por cima da calcinha mesmo, que ela derreteria.
Não deu para ficar me lamentando muito, pois naquela noite mesmo o Thomas me ligou, dizendo para eu me preparar, pois na quinta-feira eu iria fazer uma apresentação prática dos equipamentos para os técnicos da mineradora, conforme um e-mail que ele havia me encaminhado.
Logo em seguida li a mensagem da Laura, dizendo que havia gostado da Fernanda, que ela era linda, mas a achou muito novinha e que era para eu ter cuidado. Apesar de aquilo ter acendido um alerta, pois os conselhos da Laura sempre foram certeiros, eu havia pensado muito na minha relação com a Fernanda e já havia me decidido.
Foram dois dias de muita correria. Organizei tudo e na quarta-feira cedinho embarquei novamente para Marabá, no Pará.
Fiquei três dias fazendo a apresentação dos equipamentos, fizemos a integração com a estrutura que já havia no local, e foi um sucesso. Nosso equipamento atendia a tudo o que eles precisavam e recebemos poucas e simples observações.
Em conversa com o pessoal, fiquei sabendo que das 15 empresas que apresentaram propostas, somente duas haviam sido selecionadas para essa apresentação final, pois só elas atenderam todos os requisitos solicitados previamente. Infelizmente perdemos esse contrato.
Foto 1 do Conto erotico: SERÁ QUE TUDO ESTÁ ESCRITO NAS ESTRELAS? Capítulo 21

Foto 2 do Conto erotico: SERÁ QUE TUDO ESTÁ ESCRITO NAS ESTRELAS? Capítulo 21

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Ficha do conto

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Nome do conto:
SERÁ QUE TUDO ESTÁ ESCRITO NAS ESTRELAS? Capítulo 21

Codigo do conto:
230079

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
27/02/2025

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