SERÁ QUE TUDO ESTÁ ESCRITO NAS ESTRELAS? Capítulo 33



Desembarcamos na capital paraense por volta das 15h. Tinha acabado de chover, mas estava um sol monstruoso. Ainda no avião, pela janela, dava para ver a fumaça da água da chuva evaporando pelo contato com o asfalto quente. Parecia uma sauna.
Chegamos ao terminal de passageiros e fomos recebidos pela Manú e pelo Fábio, que estavam acompanhados de um homem de meia idade, uma velhinha e uma garotinha. Fiquei impressionado com o sorriso contagiante e as virtudes atléticas da noiva do meu grande amigo. E não sei se foi por causa das longas conversas que tivemos juntos, mas era assustadora a sensação de familiaridade que eu tive quando cheguei perto da Manú.
A Manú veio correndo, me deu um abraço forte e gostoso (forte até demais) e depois abraçou a Fernanda. Dei um grande abraço no Fábio, que realmente estava enorme de tão musculoso. Até brinquei que o braço dele estava quase tão grosso quanto a minha coxa. A Manú me pegou pelo braço e nos apresentou para o homem que estava com eles, que era Robson, um dos tios dela e também para a velhinha, que era a Célia, avó dela. A garotinha, de uns dois anos tratou de pular no colo da Mané e falou:
— Ela é minha mãe!
— Para com isso Gabi! Eles são meus amigos!
Ela me deu um sorriso e completou:
— Essa é a Gabizinha, minha priminha, filha do tio Robson. Ela vai ser a minha daminha, né Gabi!. Ela é minha amiguinha e adora sair para fazer compras comigo. Temos um trato e sempre que algum homem chega para falar comigo ela me chama de mãe e espanta mais da metade deles.
Todos rimos e a Fernanda pediu a Gabizinha emprestada. Eu brinquei com ela, fiz cócegas e ela acabou vindo para o meu colo. A Manú arregalou os olhos e falou:
— Eu nunca vi a Gabi aceitar o colo de um estranho.
Depois disso nos despedimos da avó e do tio da Manú, que ficariam no aeroporto, esperando outras pessoas e eles foram nos deixar no hotel. Foram a Fernanda e a Manú na frente, de mãos dadas e conversando como se fossem velhas amigas. E eu e o Fábio um pouco atrás, também conversando, puxando as malas e ainda coloquei a Gabi no meu cangote e fiquei brincando tentando morder o pezinho dela, enquanto ela gargalhava.
Vendo-a pessoalmente pude confirmar que a Manú realmente era maravilhosa. Sua pele dourada de sol era uma delícia, com um bronzeado natural e saudável, e ela estava de cara limpa, só com um batonzinho. Os cabelos eram lindos, longos, lisos, macios, negros como a noite, cheirosos e iam até a linha da cintura. Estavam partidos no meio e dos lados do rosto estavam estaqueados, cortados em camada de modo que faziam com se fossem dois franjões. Pelas fotos que vi dela perto do Fábio, pensei que ela fosse baixinha, só que tinha me esquecido que o Fábio estava muito grande. Ele tem praticamente a mesma altura minha, só que ele tem a constituição física grande, e ainda a tem musculação, que ele faz há muito tempo e fazem com que ele seja largo e forte.
Meu sistema límbico estava a mil, ali vendo a Manú e a Fernanda na minha frente, percebi que eram praticamente da mesma altura, só que a Fernanda estava com uma sandália rasteirinha e a Manú estava calçando um tamanco com um salto de uns cinco ou seis centímetros. Assim, calculei (e acertei) que a Manú teria 1,78m de altura. Eu mesmo havia medido a Fernanda há uns seis meses, para um planejamento de roupas de um desfile e a Fernanda tinha 1,82m.
Imaginem a mulher perfeita, com tudo proporcional, atlética, harmoniosa e feminina! Ela era linda e seu sorriso natural e espontâneo, já o corpinho de violão da Manú era delicioso. A cintura era fina, e ela tinha uma postura linda e marcante, o abdômen chapado, as coxas grossas e uma bunda dura, redondinha e empinada. Ali atrás dela eu estava hipnotizado por aquela bunda. Ela estava usando um vestidinho bem discreto, só que o problema era que o corpo dela praticamente dançava dentro daquele vestido, fazendo minha imaginação ir a mil. Eu estava até constrangido, tentava desviar o olhar pois, afinal era a mulher do meu melhor amigo e ele tava do meu lado. Sua beleza facial, seu corpo perfeito, o seu sorriso e o carisma que ela demonstrava fariam dela a garota propaganda ideal de qualquer academia de ginástica.
O que diminuiu um pouco a minha culpa é que não era só eu a olhar para aquele espetáculo de mulher, que era a Manú. No percurso que fizemos observei vários caras literalmente secando ela. Eram adultos, velhos e até adolescentes que praticamente babavam pela beleza e pelas formas perfeitas dela.
Chegamos ao carro. O Fábio foi dirigindo, eu fui do lado dele e as três ficaram no banco do passageiro, rindo muito do que a Gabi falava no ouvido delas.
— Não Gabi, você não pode casar com o Beto. Ele já é casado com a Fernanda, essa loira bonita aqui do lado... não, nem quando você for adulta... até lá ele vai ser velhinho... você quer namorar um velhinho?
A Gabi balançou a cabeça negativamente e voltou a cochichar no ouvido da Manú.
— Também não Gabi. Eu vou casar com o Fábio. Ele que vai ser o meu marido! Não posso casar com o Beto, pois ele já é casado... agora para com essa brincadeira.
A Manú se virou para nós e continuou:
— Olha Beto, você conquistou o coração da Gabi. Eu nunca a vi desse jeito.
— Gabi, eu já sou casado, mas podemos dançar no dia do casamento da Manú. Você sabe dançar?
Ela sorriu, botou as mãos na boca e abaixou a cabeça envergonhada.
— Pronto, agora ela ficou tímida. Fernanda, segura bem o seu marido, que tem gente querendo furar o seu olho... Gabi, no casamento vai ter um monte de crianças da sua idade para brincar. Você nem vai querer dançar com o Beto, né?
A Gabi balançou a cabeça positivamente e todos rimos.
Chegamos ao hotel, que ficava a uns 100 metros do prédio em que os pais da Manú moravam. Eles nos falaram que tentaram colocar todos os convidados num mesmo hotel só, e que esse outro hotel ficava mais próximo ao centro da cidade, e isso facilitaria a logística, só que todos os quartos que reservaram já estavam ocupados e por isso tiveram que colocar uns oito convidados nesse outro hotel, entre eles eu e a Fernanda.
Eles ficaram de nos levar para jantar. Marcamos de sair às 18h. Fomos para o quarto e a Fernanda continuava estranha e me evitando.
Às 18h em ponto eles chegaram para nos buscar. Eu desci uns minutinhos antes e fiquei conversando com o manobrista na frente do hotel. Sem que eu perguntasse, ele me contou que o prédio que os pais da Manú moravam era o que tinha os apartamentos mais caros e valorizados da cidade. Falou inclusive que o dono do hotel morava naquele prédio vizinho.
Fomos de carro, além dos dois casais (Eu e a Fernanda e o Fábio e a Manú) também o irmão caçula da noiva, o Flávio (Flavinho), que devia ter uns 20 anos, era branquinho, magrinho, cabelos lisos, cerca de 1,80m e tinha os mesmos lindos olhos verdes iguais ao da irmã.
Eles nos levaram para um local bem próximo de onde estávamos, que era a Estação das Docas, e que acredito que era uma antiga doca de cargas, na beira do rio (e parecia mais o mar) e que foi transformada em um calçadão e na parte coberta se instalaram bares e restaurantes.
A Manú foi o caminho todo contando que a vista do pôr do sol de lá era linda. A Fernanda, descobrindo que o Flavinho também cursava medicina ficou conversando com ele. Chegamos lá e a Manú, como se fosse uma criança, já correu para a beira do rio, se debruçou sobre a mureta e ficou procurando uma visão melhor do pôr do sol. A Fernanda e o Flávio se sentaram em um banco e ficaram conversando. O Fábio, alegando que estava cansado e que já tinha presenciado esse pôr do sol, se sentou junto com eles.
Acabei indo em direção à Manú. E o espetáculo foi bonito e rendeu lindas fotos. Na realidade, achei todo aquele complexo muito bonito, não só a estrutura como também a localização à beira de um enorme rio e com os barquinhos passando no horizonte. Fiquei distraído conversando com a Manú. Ela também se distraiu e deitou a cabeça sobre o meu ombro e falou:
— Eu amo muito isso aqui... adoro a minha terra...
Eu tava tão distraído que nem me importei e acredito que nem ela se tocou. Até que em determinado momento parece que ela percebeu e rapidamente tirou a cabeça do meu ombro e se afastou um pouco. Só nessa hora que percebi a posição estávamos.
Já estava meio escurinho quando fomos para um dos restaurantes. Logo em seguida chegaram o Flávio, com a Renata e ele havia trazido também a irmã e o cunhado. Depois descobri que os pais dele também tinham vindo para passear. Dei um grande abraço nos dois, pois também fazia muito tempo que não nos víamos.
Eu já havia conversado com o Fabrício, sobre as reclamações da Renata com relação à sogra. E pela cara que ela fez quanto eu brinquei que ele tinha trazido a mamãe para cuidar dele, parece que o problema persistia. Eu iria aproveitar para conversar com ele pessoalmente.
No final, o Fábio nos informou que no dia seguinte estava mantido o almoço com churrasco, que seria feito na chácara família. Falou que haveriam quatro vans que fariam o transporte do hotel (que não estávamos) para o local do evento e que nós que estávamos no outro hotel poderíamos ir com um dos parentes da Manú ou com a irmã dela, que estava com um carro de sete lugares e iria às 10h30min para levar o restante do pessoal.
O Fábio e a Manú falaram que iriam bem cedo, para ajudar nos preparativos. Acabei me voluntariando para ir com eles. O Fabrício falou que havia alugado um carro e que também iria mais cedo. Já a Fernanda falou que gostaria de ir com a irmã da Manú.
Às 7h30min do dia seguinte já estávamos na estrada. Levamos uns 30 minutos para chegar na chácara. Se bem que na minha terra aquilo seria chamado de rancho ou até fazenda. Do portão até a sede tinha quase um quilometro. E pude ver várias árvores e até alguns cavalos em um cercado e umas cabeças de gado. A casa da sede era enorme, de três andares e com uma varanda coberta e bem espaçosa que tomava todo o perímetro da casa. O churrasco seria no jardim, que já estava lindamente enfeitado e tinham umas 10 pessoas correndo de um lado para o outro para arrumar os últimos detalhes. As mesas estavam sendo colocadas debaixo de oito grandes tendas, daquelas de 10mx10m.
A Manú me contou que para esse almoço eles esperavam inicialmente cerca de 270 convidados mas, por conta da pandemia eles estavam estimando que apenas 180 pessoas realmente iriam. Falou que eles haviam aumentado o espaço entre as mesas e reduzido o número de pessoas por mesa de oito para seis pessoas.
Os noivos foram para ajudar nos últimos detalhes e eu me voluntariei para ir com eles. O Fábio disse que não precisava, pois estava muito cedo. O almoço estava marcado para o meio dia e os convidados só começariam a chegar por volta das 11h. Então eu decidi visitar o pomar, nos fundos da casa. Lá um dos empregados foi me falando os nomes das árvores. Vi vários pés de árvores frutíferas da Amazônia: tinham alguns pés de cupuaçu, muito carregados de frutos, além de pupunha, biribá, camapú, fisalis, jambo, açaí e graviola. Tinha acerola, que eu já conhecia e também várias mangueiras, bananeiras e abacateiros. Conheci a árvore da canela e vi uma pequena plantação de pimenta do reino. O rapaz partiu um fruto de cupuaçu e eu fiquei maravilhado com o cheiro e estava experimentando a fruta quando o Fábio chegou apressado.
— Poxa Beto, teve um problema com os churrasqueiros e eles só vão conseguir chegar lá pelas 11h. Acho que eles não vão conseguir aprontar tudo a tempo...
— Pior que não vão não! É pouco tempo... a carne está com eles, o que vocês têm aí?
— Não, nós já compramos tudo eles só vêm assar mesmo. A Manú já foi ver se consegue uma pessoa para ir fazendo enquanto eles não chegam.
— Não precisa Fábio! Se tiver tudo aí eu mesmo asso. Pode deixar que o churrasco tá comigo, só me mostra onde está tudo. Olhei para o relógio e eram quase nove horas da manhã.
O Fábio me levou para o quiosque ao lado da casa, onde ficava a churrasqueira, que também estava sendo usado pelo pessoal de apoio para a festa. A Manú estava lá e não queria de forma alguma que eu fizesse aquele trabalho. Tive que ser duro e insistir muito com ela. Ao final ela saiu meio contrariada e disse que iria encontrar alguém para me ajudar. O Fábio então me apresentou para a Dora, que era a caseira da chácara e ela me mostrou onde estava tudo. Contei cinco pacotes de linguiça toscana com sete quilos cada; uns 25kg da coxinha da asa de frango; uns 15kg de peito de frango; seis peixes (segundo a Dora era tambaquis) com uns 10kg cada; tinham 14 picanhas; uns 30kg de contra filé; duas alcatras inteiras; dois cupins; e vários pacotes de queijo coalho e de pão de alho.
A Dora me perguntou se aquilo seria o suficiente. Só confirmei com o Fábio se eles estavam esperando 180 convidados mesmo e ele confirmou. Mentalmente somei com empregados da casa e o pessoal que trabalharia e considerei que faria o churrasco para quase 250 pessoas. Usando o calculo básico que todo churrasqueiro deve saber, deduzi que precisaria de uns 100kg de assados. Ou seja, seria mais que o suficiente.
Na parede quiosque haviam duas churrasqueiras embutidas e coladas uma na outras, em um ângulo de uns 140º e ao lado delas havia um forno de pizza. A Dora também me falou que os churrasqueiros haviam trazido duas churrasqueiras móveis, que na verdade era um barril metálico de 200 litros que havia sido cortado na vertical e que foi reforçado no fundo, colocado pés e suporte para os espetos, formando as duas churrasqueiras.
Era um desafio para mim, que já tinha feito churrasco para até 150 pessoas, mas nunca sozinho. Já fui fazendo o fogo e, enquanto estava aquecendo, lavei os peixes e os frangos e depois dei um belo banho de limão neles. Peguei um mixer e fui triturando os temperos, fiz uma salmoura temperada e os coloquei dentro de uma vasilha para temperar. Enquanto pegavam o tempero, coloquei as linguiças no espeto e já levei para assar. Depois fiz o mesmo com o frango. A Dora me conseguiu quatro grelhas daquelas duplas e coloquei um peixe em casa (essas são ideais para o peixe não esfarelar quando viramos), os outros dois peixes enrolei em papel alumínio, coloquei em uma travessa e botei para assar no forno de pizza. Os dois cupins também enrolei em papel alumínio e o coloquei logo para assar.
Como estava tudo sob controle dispensei a Dora, para que ela ajudasse na cozinha, mas antes pedi para ela me trazer o mestre de cerimônias, para me falar como tudo seria servido. Ela me trouxe a Mariana, que me disse que a partir das 11h ele iriam começar a servir uma entrada para cada mesa, com canapés, coração de frango empanado, bruschetta, pão de alho, espetinho de queijo coalho, frango, linguiça e carne assados. Falou que seriam três locais para servir o almoço e que os churrascos também ficariam nos rechaud. Que depois que todos já estivessem se servido e comendo os garçons iriam com os espetos nas mesas para servir mais churrasco para os convidados. Garanti para ela que cumpriria a minha parte e não atrasaria em nada.
Depois disso chegaram dois senhores. Um deles certamente já havia passado dos 50 anos e o outro dos 70 anos. O mais velho já foi logo falando:
— Não se preocupe, os churrasqueiros já estão aqui!
Eu não sabia se eram os churrasqueiros contratados inicialmente ou os que a Manú conseguiu para substituí-los, mas o meu trabalho estava tão sob controle que não iria deixá-los com essa incumbência. Me apresentei para eles e pedi para se sentarem no balcão ao meu lado. Falei que eles seriam da “diretoria” e até fiz um drinks daiquiri para eles. Eles se sentaram e o senhor mais velho disse que seu nome era Antonio e que o mais novo era o seu filho Arthur.
Deixei os dois como meus degustadores, fui conversando com eles e contando piadas. Para fazer aquela quantidade de churrasco acabei usando todos os truques que eu conhecia. Usei uma caixa térmica, papel alumínio e tudo mais. Passados uns 45 minutos, o Robson, tio da Manú que eu havia encontrado no aeroporto, chegou lá também, acompanhado de outro senhor, que ele me apresentou como sendo o seu irmão, o Evandro. Chamei os dois para se juntarem “à diretoria” e já servi uma porção de churrasco e um drink para eles. Logo estávamos conversando como se fossemos velhos amigos. O Robson me disse que trabalhava na Secretaria de Fazenda e o Evandro era proprietário de um posto de combustíveis.
Em seguida chegaram dois americanos. Começaram a conversar com o Robson e eu entendi quando disseram que eram sócios do Maurice, o avô da noiva. Um deles olhou para a carne e comentou com o outro, em inglês, que estava faltando um molho. Não consegui ficar quieto e respondi, também em inglês, perguntando se ele queria estragar a minha carne e pedi para que ele experimentasse. Ele me olhou surpreso e deve ter se perguntado quem diabos era esse churrasqueiro que falava inglês tão bem. Tirei um pedaço do fogo, cortei e ofereci para ele. Foi amor a primeira mordida e eu consegui mais dois para a diretoria. Para complementar o seu Antonio foi ao freezer e trouxe umas cervejas, da marca cerpinha e distribuiu para todos e até eu tomei uma. O calor estava brabo, pois fora a sensação de quase 11h da manhã no verão amazônico eu ainda estava comandando quatro churrasqueiras (e mais o forno de pizza, que naquela hora estava cheio de peitos de frango cobertos por bacon. Deixei o Arthur como auxiliar só para ir cortando as carnes.
Por falar em 11h, quando chegou a hora de preparar as entradas eu já estava com tudo pronto para aquilo e também estava no prazo para encher os rechauds de churrasco e já estava tudo pronto para começar a assar o que seria servido mais tarde. O tempo passava rápido, pois a conversa com os rapazes da diretoria estava muito animada e eles já estavam meio bêbados e muito bem alimentados.
Foi aí que chegou a Manú. Veio toda alegre para o nosso lado, deu um oi para todos, deu um “a benção vô” para o Antonio e em seguida deu um grande abraço e um beijo no rosto do Arthur, o qual chamou de pai. Nessa hora eu quase me enterro. Pensei: “puts, que bola fora que eu dei”. E tive que confessar para a Manú que nem tinha idéia de quem os dois eram. O seu Antonio era o avô da Manú, o marido da Célia e dono da chácara em que estávamos. E só naquela hora eu percebi a semelhança do Arthur com o Flavinho, que eu tinha conhecido no dia anterior.
Logo em seguida eu vi ao longe a Fernanda. Realmente não tinha como não notar de longe aquela loirona, que era a minha esposa. Só que ela não veio para o meu lado. Ela continuava me evitando e foi se sentar-se na mesa que estava a família do Fabrício. E eu não entendia o porquê daquele comportamento dela. Quem veio para o nosso lado foi um clone quase perfeito da Manú. Ela veio cumprimentando todo mundo e logo a Manú apareceu ao lado da menina e a apresentou como a sua irmã, a Fabíola, que seria meu par como madrinha do Fábio.
A semelhança entre elas era impressionante. Qualquer um pensaria que elas eram gêmeas. O rosto idêntico, os mesmos lindos olhos verdes e a mesma altura. A Fabíola estava com um vestido curtinho e bem coladinho, que destacava bem a silueta de seu corpo e dava para ver que, apesar de bonito e cheio de curvas, o seu corpo não era tão sarado quanto o da irmã mais velha. As únicas diferenças em seus rostos que eu notei foram que os cabelos da Fabíola eram mais claros e curtos (uns 15 centímetros menores) que o da irmã. A sobrancelha dela aparentava ser um pouco mais fina (talvez por ser mais clara) e a boca dela também aparentava ser um pouco mais fina que os da Manú. Acredito que os seios da Fabíola eram um pouco maiores. Fora esses pequenos detalhes elas eram idênticas. Se a Manú era muito comunicativa, a personalidade da Fabíola era esfuziante, ela se mostrou muito simpática e me apresentou para o seu namorado, o Xavier (que depois eu descobri que se escreve Javier). Em seguida, a Manú me mostrou a sua mãe, a dona Renate. Ela não veio falar comigo, só acenou de longe, pois estava conversando com uma das organizadoras. Pude ver de onde vinha a beleza e a genética privilegiada das meninas. A dona Renate era uma cinquentona, linda de rosto e de corpo e era dela que vinham daqueles lindos olhos verdes que foram passados para as filhas. Era uns 10 centímetros mais baixa que as suas filhas e acredito que se passaria facilmente como irmã mais velha delas, pois não aparentava ter nem 35 anos.
Lá pelas 11h15min os churrasqueiros finalmente chegaram. O Fábio e a Manú já tinham ido receber os convidados e não estavam mais conosco. O seu Antonio os levou para o lado e comeu o rabo dos dois na maior elegância (esse velho era dos meus). Logo em seguida passei tudo para eles e expliquei como seria tudo servido e eles assumiram as churrasqueiras.
O seu Antonio e o Arthur então insistiram para que eu fosse tomar um banho, pois minha camisa estava colando no corpo de tão suado que eu estava. O seu Antonio pediu para que a Fabíola me levasse para o quarto dele e o Arthur disse que iria pegar no carro uma camisa limpa para mim.
No caminho passamos pela Manú, que estava rindo no meio de uma rodinha de umas 10 meninas. Ao nos ver ela parou de sorrir e acenou para a irmã. Foi então que a Fabíola comentou com um ar de admiração: — A minha irmã sempre foi mestra na arte de ser o centro de todas as atenções. Ela tem um efeito sobre as pessoas, que tendem a se apaixonar por ela rapidamente e de graça!
Tomei meu banho e a Dora me entregou uma camisa pólo listada de verde escuro e preto e uma cueca novinha, ainda na embalagem. Mas disse que não tinham encontrado uma calça do meu tamanho. Vesti a mesma (eu estava usando avental e quase não sujou) e voltei para a festa (queria me desculpar por te me empolgado na descrição do churrasco. Eu só vi isso agora que estava revisando o texto. Mas é que eu gosto muito de fazer churrasco e de cozinhar. Não me vejo como alguém que vá todo dia para a cozinha, entretanto adoro fazer minhas massas, meus pratos e às vezes tentar algo novo).
Desci para o local da festa, não quis chegar perto da Fernanda, que conversava animadamente com a Renata, e que continuava seca e fria comigo. Como ainda não tinha ninguém sentado na mesa que eu iria ficar, acabei me sentando debaixo de uma árvore, bem ao lado de onde estavam os convidados. E logo o Arthur veio conversar comigo. Conversamos muito pouco, pois logo ouvi uma voz feminina falando:
— Amor, esse rapaz é o Beto?
Virei-me e reconheci a dona Renate. A cumprimentei e o Arthur disse que era eu mesmo. E ela perguntou para o marido se poderia falar comigo a sós. E o Arthur respondeu antes de sair:
— Beto, espero que você aprecie uma boa conversa, pois minha esposa adora falar...
Não tivemos uma conversa, e sim um interrogatório, pela quantidade de perguntas que ela me fez. Ela parou do meu lado, cruzou os braços e começou a me fazer várias perguntas. Eu me senti como se tivesse cometido algum crime e estivesse sendo interrogado. O interrogatório durou de 10 a 15 minutos e eu já ia perguntar se ela iria querer me algemar, quando a Manú chegou dizendo que estavam precisando da Renate em outro lugar. Elas então saíram juntas e ainda ouvi quando a Manú falou para a sua mãe: “— Mãe, deixe ele em paz”. Nessa hora não entendi o motivo daquele interrogatório.
Olhei então para a minha mesa, que era uma das maiores, com nove cadeiras e estava bem ao lado da mesa dos noivos, e lá já estavam um casal e a dona Alzira, a mãe do Fábio. Levantei-me e fui até onde a Fernanda estava e a convidei para irmos para a nossa mesa. Ela bufou, revirou os olhos e me disse que ficaria ali mesmo, junto com a família do Fabrício. Resolvi não criar confusão e fui sozinho para a mesa. Cheguei lá e o Arthur tinha acabado de se sentar na minha mesa. Ele me abraçou, agradeceu pela ajuda e até brincou, dizendo que a minha camisa estava linda. Em seguida eu dei um grande abraço na dona Alzira e o Arthur me apresentou ao casal, como sendo o seu irmão, o Lucas e a esposa dele, a Maristela. Logo chegaram para a mesa o seu Antonio e a esposa dele, a Célia. E por último chegou a Renate e ela se sentou bem na minha frente e foi logo perguntando onde estava a minha esposa. Apenas disse que ela preferiu ficar com a amiga que não via há muito tempo.
O seu Antonio ainda comentou que a diretoria já estava quase toda reunida na mesma mesa. Depois o seu Arthur falou comigo:
— O Fábio acabou de me contar que você é o melhor amigo dele!
E a dona Alzira comentou:
— Esses dois se conhecem há mais de 20 anos. São como unha e carne. Não se desgrudavam para nada. Conheço muitos irmãos que não são assim tão unidos...
A dona Célia, vendo que eu não havia sido apresentado para o Lucas, me apresentou a ele, como sendo o seu filho e dizendo que ele era dono de duas farmácias.
Daí eu contei que um dos meus tios tinha uma farmácia e que eu trabalhei para ele dos 13 aos 16 anos. A Renate, que não tirava os olhos de mim, me olhou com cara de surpresa, pois no interrogatório ela não tinha conseguido extrair aquela informação sigilosa de mim. Quase que brinco com ela, dizendo que, para ela só contaria isso sob tortura. Mas o seu Antonio logo perguntou em que eu trabalhava e acabei contando a minha história para eles, que ficaram impressionados quando contei como era toda a rotina na plataforma de extração de petróleo.
Depois a dona Célia brincou com a Renate, dizendo que estava tudo maravilhoso e que quando ela se casasse novamente iria querer que a Renate organizasse tudo. Logo o seu Antonio completou que para ser perfeito o Maurice teria que bancar tudo também. E todos riram. E a dona Célia pediu para trocar de lugar com a Renate, pois queria conversar com a dona Alzira e isso para mim foi ótimo, pois saí da frente daquele olhar interrogador da mãe da noiva. Eu nem imaginava porque a mãe da noiva estava assim comigo. Com todo mundo dizendo que ela organizou todo o casamento, que era perfeccionista e maníaca por controle, ela deveria estar me agradecendo por ter salvo o churrasco.
Depois me mostraram o Maurice, que era o pai da Renate, que estava na mesa ao lado, junto com os dois empresários americanos que estavam comigo na churrasqueira. Um desses empresários ainda estava com a esposa e dois filhos adolescentes. E além deles, também estava nessa mesa o casal de irmãos da Renate (o Jacob e a Rebeka), que moravam nos Estados Unidos.
Em cada mesa tinha uma garrafa de whisky Johnnie Walker Black de 12 anos e o seu Antonio deu uma saidinha e voltou com outra garrafa de whisky Johnnie Walker, só que dessa vez era um Double Black e ele disse que era um especial para a mesa da diretoria e foi servindo todo mundo com essa garrafa nova.
Após alguns discursos e agradecimentos veio a comilança, que realmente foi ótima. Todo mundo adorou os peixes e até me perguntaram como eu havia preparado. O seu Antonio insistiu para que eu provasse as iguarias regionais. Comi vatapá, arroz com galinha e maniçoba (achei essa última muito gostosa, apesar da aparência não ser muito convidativa). Para mim o destaque mesmo foram as três opções de sobremesa, todas com características e ingredientes regionais e fui obrigado a provar todas. (umas três vezes cada XD).
Lá pelas três e meia da tarde armou uma enorme chuva, dava para ver as nuvens negras no horizonte e metade dos convidados já tinham ido embora. Com medo da chuva vários outros convidados também se apressaram em ir embora. A chuva veio forte e durou uma meia hora. Após mais meia hora todos os vestígios da chuva tinham ido embora. Nessa hora já estavam apenas alguns convidados, amigos mais próximos e familiares.
Então a Manú veio convidar o pessoal que ainda estava lá para andar de cavalo. Somente a Fabíola se prontificou em ir. Convidei a Fernanda para irmos com elas e ela me deu um olhar de desdém e falou que já estava indo embora, pois iria fazer compras com a Renata e mais duas amigas. Eu tava puto com a Fernanda, e não queria brigar ali. Estava só esperando uma oportunidade para conversar com ela e descobrir o que estava acontecendo. Ela estava fazendo de tudo para se afastar de mim e queria brigar por qualquer motivo. Dei um foda-se mental e acabei aceitando o convite e indo cavalgar com as irmãs. Só avisei para as duas que eu só tinha andado a cavalo algumas poucas vezes, nos dois pangarés que meu avô tinha no sitio que morava junto com minha tia em Nova Veneza. Conversamos muito e pude perceber que além de chamar a atenção pela beleza, as duas, apesar de muito diferentes na personalidade, eram pessoas ótimas e tinham muito conteúdo.
A Fabíola se mostrou revoltada com o comportamento da Fernanda e, apesar da Manú ter pedido para ela ser mais contida nos seus comentários ela falou que ficou revoltada com a cara de nojo da Fernanda quando conversava comigo. Ela ainda falou que viu a Fernanda fazendo caras e bocas enquanto eu estava fazendo o churrasco e finalizou dizendo que se eu fosse marido dela ela nunca iria desgrudar de mim.
Eu estava impressionado com a perspicácia da Fabíola de ter percebido tudo aquilo e só comentei que a Fernanda poderia estar com algum problema para ter aquelas atitudes. Depois disso a Manú censurou a sua irmã quando esta falou: “— Beto, já pensou que nossos filhos seriam muito bonitos! Poderiam herdar o seu queixo e os meus olhos...”. Nessa hora a Manú deu um grito com a Fabíola, dizendo que ela estava sendo inconveniente e depois deu puxão de orelhas na irmã e assim acabamos mudando de assunto.
Acabamos dando uma bela volta na propriedade e só voltamos à noitinha. Teve uma hora que a Fabíola apressou o passo e foi mais para a frente e a Manú aproveitou para me agradecer pelo churrasco e pediu para não ligar para os comentários da sua irmã, dizendo que a Fabíola era inconsequente e gostava mesmo era da paquera e não perdia uma oportunidade para deixar os meninos constrangidos. Realmente a Manú era uma menina incrível e a vendo ali pude perceber a sorte do Fábio em se casar com ela.
A Fabíola era uma moleca ainda, muito simpática, divertida e sem filtro. Eu disse para as meninas de daquele dia em diante só chamaria a Fabíola de pimentinha. Na sede tomamos um cafezinho, preparado pela equipe da Dora, e a Manú nos levou de volta para a cidade. No caminho de volta a Manú ainda comentou para a Fabíola que o seu avô, o Maurice, iria dar um carro novo de presente para ela. Que era para ela deixar esse carro que estávamos na concessionária, na semana que vem, como parte do pagamento, e que o carro novo já seria entregue em Porto Velho. Pelo visto esse Maurice deveria ser podre de rico. Estava pagando pelo casamento e ainda daria um carro novo para a neta.
Cheguei ao hotel e a Fernanda não estava. Tinha só um bilhete dizendo que foi fazer compras e depois, muito provavelmente, iriam para um barzinho. Como entre nós dois agora ou ela estava ausente ou qualquer coisa era motivo para brigas agradeci por aquilo.
Eu tomei um banho e resolvi tomar coragem para ver mais um dos vídeos da Fernanda com o Anderson. Eu sabia que iria me arrepender, mas para entender tudo o que aconteceu resolvi ver mesmo assim.
Era um vídeo do dia 26 de dezembro. Assim que a Fernanda entra na sala ela vai ao seu encontro e ele segurou em seu queixo e puxou para beijá-la. Ela trocou beijos lascivos e ardentes com aquele ser humano desprezível e então falou:
— Vamos para o quarto. Eu disse que a próxima vez que você viesse eu iria comer o seu cú. Você voltou então sabe né...
No quarto eles começam a se beijar e logo já estavam pelados. Ele então fala algo no ouvido dela e a Fernanda se deita na cama, de barriga para cima. Ele calmamente vai até o criado mudo e volta com um pote de gel lubrificante. Pega a Fernanda pelos pés e a coloca na posição de frango assado e com a bunda mais na beira da cama possível. Ele então se ajoelha aos pés dela e começa a lamber sua xoxotinha. Então ele besuntou bem os dedos e começou a penetrá-los no cuzinho dela. Nesse momento vejo que a Fernanda está imóvel, olhando para cima, com as mãos na parte de trás da coxa, totalmente exposta, com as pernas abertas e com a respiração forçada. Quando volto a atenção para ele, vejo que continua o processo para alargar o cuzinho da Fernanda, já estando com dois dedos enterrados no cú de minha esposa e fazendo movimentos circulares com eles por um bom tempo. Depois ele inseriu o terceiro dedo, esperou um tempo para que ela se acostumar e então começa a fodê-la com os dedos de forma devagar e constante. Ele puxava até aparecer o início das falanges mediais e então empurrava novamente até onde conseguia penetrar. Enquanto isso a boca dele na desgrudava da xoxota dela.
Assim que percebe que ela gozou, ele se afasta um pouco, fica um momento apreciando aquela bunda linda e então começa a forçar novamente seus dedos na entrada do cuzinho. Aquilo, que pra mim foi uma tortura que durou mais de 15 minutos. Então ele passou mais uma dose generosa do gelzinho lubrificante no cuzinho dela e se levantou. Ela, percebendo que seria enrrabada, se preparou, virando a bunda para cima, enfiando a cabeça no travesseiro e se agarrando aos lençóis. Ele então começa a forçar a entrada da piroca no cuzinho dela. Tenta várias vezes até que a cabeça desliza para dentro, e Fernanda dá um gritinho. Então ele começa a colocar devagar, tem dificuldade por ela ser muito apertada, coloca um pouco, aguarda ela se acostumar então avança mais um pouco. Chega uma hora em que acredito que ela estava mais confortável, então ele começa a masturbá-la e ela começa e a rebolar. Ele então abre um sorriso de vitória e começa a bombar, inicialmente com cuidado, testando para não machucar, tirando a metade da piroca e colocando de novo sem afobação. E fica nisso um bom tempo nisso. A Fernanda apenas respira forte e geme, num misto de dor e prazer. Dá para ver que ela está totalmente suada, exausta.
Ele então fala alto para ela:
— Vou te contar um segredo: Sabe quando um homem se sente poderoso. É quando está com a pica totalmente enterrada no cú de uma mulher casada!
Nessa hora parece que ela teve uma carga de adrenalina. Jogou o quadril para trás, parecia um animal, virou o rosto para o lado e disse: Me fode. Fode meu cú com força.
— Você se achava muito foda. Foi uma das que mais resistiu às minhas cantadas. Mas não adiantou nada. Virou minha puta!
— Filho da puta que adora sodomizar mulher casada ... fode meu rabo! Me rasga toda! Arroba meu cú!!!
Dava para ver as unhas dela cravadas na lateral do sofá.
— Fode tua puta casada. Me pune por ser tão difícil.
Ele estava adorando aquela putaria e ouvindo-a falar aquilo, deu umas cinco palmadas na bunda dela, que ficou com as marcas vermelhas. E após cada uma delas ela pedia outra mais forte.
Ela queria mais pica.
Ele puxou os cabelos dela pra trás e falou em seu ouvido:
— Que rabo gostoso e que cú apertadinho!!! Agora esse cuzinho é meu e vou querer comer ele todo dia!
Ele gemia alto e aquela provocação fez com que acelerasse os movimentos. Ele socava tão forte que parecia que ia rasgar a Fernanda no meio. Eles deliravam de prazer. Ele então gritou e percebi que estava gozando no cuzinho da minha esposa.
Ficaram uns cinco minutos naquela posição. A Fernanda ajoelhada na cama e o filho da puta do Dr. Anderson deitado sobre ela e com a pica enterrada em seu cú. Quando ele saiu de cima deu pra ver a enorme quantidade de sêmen e sangue que saiu do cuzinho dela e escorreu pelas suas pernas. Ela ainda ficou alguns minutos naquela posição, até que reuniu forças e se virou, deitando bem ao lado dele, que permanecia deitando na cama e ainda muito ofegante.
Vejo então que a Fernanda falou para ele:
— Seu desgraçado, você arrombou o meu cú! Acabou comigo!
Nessa hora parei o vídeo. Não conseguia ver mais nada daquilo. Ainda haviam as filmagem de três dias: dos dias 27 e 30 de dezembro, que por sinal esse último era o dia que desembarquei no final do ano, e do dia três de janeiro. Fechei o arquivo e jurei a mim mesmo que nunca mais veria aqueles vídeos.
Para mim, ver minha mulher dando o rabo para outro homem foi o cúmulo da humilhação. Mais uma vez me arrependi de não ter visto aquele vídeo antes de reatar o meu relacionamento com ela. Estava muito cansado e acabei indo dormir antes mesmo da Fernanda ter voltado.
Foto 1 do Conto erotico: SERÁ QUE TUDO ESTÁ ESCRITO NAS ESTRELAS? Capítulo 33

Foto 2 do Conto erotico: SERÁ QUE TUDO ESTÁ ESCRITO NAS ESTRELAS? Capítulo 33

Foto 3 do Conto erotico: SERÁ QUE TUDO ESTÁ ESCRITO NAS ESTRELAS? Capítulo 33


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Comentários


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sexgrafia Comentou em 29/03/2025

Me senti dentro da história!

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dali Comentou em 29/03/2025

Cada vez mais envolvente esse conto. Espero que vc tenha encontrado o tal de Anderson e deixado ele todo quebrado.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
SERÁ QUE TUDO ESTÁ ESCRITO NAS ESTRELAS? Capítulo 33

Codigo do conto:
232129

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
28/03/2025

Quant.de Votos:
5

Quant.de Fotos:
3