SERÁ QUE TUDO ESTÁ ESCRITO NAS ESTRELAS? Capítulo 35



PARTE 5

Às vezes, quando parávamos no semáforo, a Manú virava a cabeça e me olhava rapidinho e logo em seguida voltava a olhar para frente e abaixava a cabeça. Até que, quando já estávamos entrando na rua em que ficava o hotel e o prédio de apartamentos que os pais dela moravam, eu tomei coragem e falei:
— Temos que conversar sobre isso...
— Beto, perdão, eu nem sei o que deu em mim... eu tenho muita coisa para falar para você...
Nesse momento o meu telefone celular tocou. Era a Renata. Eu olhei para a Manú, que assentiu com a cabeça e então atendi:
— Oi Beto. Você pode nos ajudar? Você já está no hotel? É que o Fabrício e o pai dele beberam muito e estamos precisando de uma carona para o hotel. O pai da Manú disse que você está com o carro dele e pediu para perguntar se você poderia dar essa ajuda. Se você não puder eles vão tentar que outra pessoa nos leve...
A Manú ouviu a conversar e sacudiu a cabeça afirmativamente e falou:
— Diz que pode sim...
— Manú, eles são quatro pessoas, não vai caber todo mundo no carro.
— Então vai só você... só me deixa em casa e você já vai.
Confirmei com a Renata que iria e desliguei o telefone.
Chegamos ao prédio e a Manú pediu para que eu esperasse um pouco. Enquanto eu assumia o lugar do motorista ela desceu do carro e conversou com o porteiro. Depois voltou e me disse que, após buscar os meu amigos na festa, era para deixar o carro em uma determinada vaga e as chaves com o porteiro, que esse tal de Pedrinho o lavaria bem cedo, pois ela disse ao porteiro que o carro seria usado no casamento.
Ela me olhou bem, sorriu e disse:
— Depois a gente conversa... só não posso te dar um beijo agora porque tem um monte de câmeras nos filmando. Mas eu nunca vou me esquecer dessa noite...
Ela então jogou a calcinha, que antes estava usando (e agora estava em sua mão), no meu colo. Sorriu para mim e falou:
— Eu estou com uma cueca e uma camisa sua... pode ficar com a minha calcinha.
E ela saiu apressada para dentro do prédio com um sorriso no rosto.
Fiquei com o protesto preso na garganta. Eu ia perguntar para ela que mané beijo ela queria. Ela iria se casar em poucas horas com meu melhor amigo. Foi aí que caiu a ficha da merda que eu tinha feito. Comecei a pensar em quantos chifres ela tinha colocado no Fábio. Quantas vezes ela tinha feito aquilo e quantas outras traições ela cometeria depois que eles estivessem casados. Não vi qualquer arrependimento no sorriso que ela me deu. Gente, o arrependimento bateu forte e eu precisava contar isso para alguém. Olhei bem para a calcinha. Estava escuro, porém deu para perceber que era preta e muito delicada. Antes eu pensei que era de algodão, mas estava enganado, parte de trás era de lycra e a frente e as laterais eram de um tecido parecido com tule e tinha alguns babados. Estava encharcada, de sêmen e álcool. Tratei de colocar no bolso da calça, para não esquecer dentro do carro. Eu já estava muito encrencado e não queria dar outro fora.
Eu havia ficado com todos os meus sentidos totalmente tomados por aquela mulher e agora que ela se afastou estava voltando ao meu normal. Programei o GPS do telefone celular e fui ajudar os meus amigos. Cheguei ao clube pouco depois das 22h. Estacionei, me identifiquei com a segurança e fui para o salão de festas. Restavam apenas umas duas dezenas de pessoas no local e logo avistei a Renata e o Fabrício na mesa. Me aproximei e percebi que o excelentíssimo Desembargador Cleber Sampaio dormia pesadamente no ombro de sua esposa, quase babando. O Fabrício estava agitado e falava coisas desconexas e inteligíveis e a Renata tentava acalmá-lo.
Chamei o Fabrício do lado e conversei um pouco com ele, até que ele se acalmou e então deixei a Renata cuidando dele e pedi para um outro homem me ajudar a levar os pais do Fabrício para o carro. O desembargador não deu problemas, ele só agarrou a sua garrafa de whisky e aceitou a ajuda. Deixamos os dois no carro e enquanto voltávamos descobri que esse senhor que me ajudou era o Michael, irmão mais novo da Renate e tio da noiva. Eu e a Renata ainda tivemos muito trabalho para levar o Fabrício para o carro porém, assim que o carro entrou em movimento ele acabou dormindo.
Por sorte o manobrista e um dos recepcionistas do hotel me ajudaram a levar os bebuns para os seus quartos. Até ajudei a colocá-los na cama. Agradeci aos dois, vi a mãe do Fabrício dar uma gorjeta para eles e, vendo que já estava tudo sob controle me despedi e fui saindo.
A Renata me alcançou antes que eu pegasse o elevador:
— Beto! De novo muito obrigada...
— Que isso, não fiz mais que minha obrigação.
— Nós podemos conversar? Eu tenho umas coisas importantes para te falar.
Olhei para a Renata e fiquei imaginando o que ela queria contar. Ela andava conversando muito com a Fernanda. Será que a Fernanda tinha contado alguma coisa para ela, algo que esclareceria o porquê dela estar tão estranha. Enquanto a olhava ela continuou:
— Se estiver cansado podemos conversar outro dia.
— Não, vamos conversar sim. Eu quero saber como está a relação com a sua sogra.
Falei isso, entretanto eu estava precisando mesmo era desabafar sobre o que havia ocorrido há pouco com a Manú. Eu precisava de uma luz. E tinha algo gritando dentro de mim para que eu contasse tudo para o Fábio. Independente das consequências eu tinha que conversar com ele. Para a Renata eu não iria contar nada, pois quando lhe confidenciei sobre a traição da Fernanda ela deu com a lingua nos dentes e contou tudo para o marido. Assenti para ela e disse:
— Então vamos para um lugar mais tranquilo. Tem uma pracinha aqui na frente.
Descemos para o térreo do hotel e vimos que a pracinha estava tomada de pessoas. No meio dessa praça havia uma pista de skate e ela estava tomada de ciclistas e esqueitista. Vendo aquele monte de gente a Renata pediu para darmos uma volta de carro.
Saí dirigindo e achei que aquilo tinha sido uma péssima idéia. Eu não conhecia a cidade, estava tarde da noite e haviam muitos carros rodando. Eu não sabia se os locais eram tranquilos ou violentos e logo pensei em voltar para o hotel da Renata ou levá-la para o hotel que eu estava. Até que paramos em um semáforo e a Renata tocou no meu ombro e falou:
— Ali tem um motel. Vamos entrar lá!
— Tá louca Rê... um motel...
— Vamos só conversar... já estamos rodando a uns 20 minutos e não achamos nenhum lugar legal para parar.
— E como vamos explicar isso?
— Beto, você é um doce! Calma! Ninguém vai ficar sabendo.
Quando o semáforo abriu ela já foi ordenando:
— Dá seta, a entrada é logo ali...
Acabamos entrando e pedindo um quarto. Eu estava pensando na merda que estávamos fazendo. Como é que eu iria explicar para o Fabrício que levei a esposa dele para um motel só para conversar! E se alguém reconhecesse o carro, como é que eu iria explicar para o Arthur que fui em um motel com o carro dele. Acho que estava tão anestesiado com o que havia acontecido há pouco com a Manú que acabei deixando me levar.
Assim que entramos na garagem do quarto eu já fui correndo e abaixei a porta e quando me virei a Renata estava subindo as escadas. Antes de ir atrás dela eu peguei a garrafa de Whisky que o sogro da Renata havia deixado dentro do carro e a levei comigo para não esquecer dela dentro do carro e o Arthur não ser surpreendido quando pegasse o carro no dia seguinte. O quarto ficava sobre a garagem e assim que passei pela porta encontrei a Renata, deitada sobre a cama redonda, de braços abertos e olhando para o espelho no teto.
— Sabe Betão, é a terceira vez que entro em um motel.
Ela então se virou para o meu lado, apoiou a cabeça na mão e sorriu. Sempre achei a Renata uma mulher bonita, ela é alta e seu corpo é esguio. Ela tem olhos verdes e uma carinha angelical. E eu sempre brincava com ela por causa dos óculos, pois ela parecia àquelas atrizes bonitas que colocavam óculos para parecerem inteligentes. Fora isso, os cabelos e as unhas estavam muito bem cuidados.
Ela estava usando uma calça larga e um top. O blazer que ela estava usando no ensaio do casamento estava jogado sobre uma poltrona e os sapatos de salto alto estavam aos pés da cama.
Eu estava muito tenso por tudo que estava acontecendo naquela noite e decidi que precisava de uma bebida. Fui ao bar, peguei um copo e me servi de uma dose quádrupla do whisky do desembargador e bebi mais da metade em uma golada só. Não estou acostumado a beber, e mesmo o whisky aparentemente sendo bom, desceu queimando pela minha garganta. Imediatamente completei o copo, dei mais uma golada e fui falar com a Renata:
— O que você quer me contar? Tem a ver com a Fernanda?
Ela riu.
— Vem cá Beto. Senta do meu lado... eu não mordo!
Peguei o blazer dela e o pendurei num daqueles cabideiros tipo mancebo e me sentei na poltrona.
— Eu percebi que a Fernanda está te evitando, só que ainda não consegui tirar nenhuma informação dela. Nem depois de beber ela falou. Te juro, não sei o que ela tem... tá casada com um gato igual a você e fica fazendo doce...
— Eu também não sei. Minha esperança era você. Quando voltar para Maceió vou dar um ultimato para ela.
— Beto, vocêeee... já pensou em nós dois juntos? Quer dizer, eu sei que vocês sortearam para ver quem iria conversar comigo, naquela festa da faculdade em que nos conhecemos e o Fabrício ganhou... mas... se fosse você que tivesse ganho o sorteio. Será que estaríamos juntos.
Aquela conversa estava estranha e eu já estava sentindo os efeitos do álcool. Eu queria contar para a Renata que eu tinha acabado de transar com a Manú, para de repente ela me ajudar a contar aquilo para o Bidú. Mas me faltava coragem e confiança. Com mais uma golada tomei o restante do whisky e fui servir mais uma dose dupla e o tomei antes de responder a pergunta que ela havia feito.
— Não sei, você e o Fabrício praticamente começaram a namorar naquele dia. Acredito que, mesmo que eu fosse conversar contigo antes, você iria para a nossa mesa e se interessaria pelo Fabrício. Daria na mesma...
— Eu me lembro do momento exato que te vi pela primeira vez... você estava rindo, na mesa com os meninos... Aquele dia foi a primeira vez que fui para um motel... Sabe, várias vezes eu já pensei em tirar umas casquinhas de você. Só que acabamos ficando amigos, você nunca correspondeu às minhas indiretas e, naquela época, ainda tinha a marcação da Nanda e da Laura, que eram implacáveis. Depois você começou a namorar a Fernanda e aí mesmo que não sobrou nada para mais ninguém.
Eu tive que rir dos devaneios da minha amiga. Certamente ela estava bêbada!
— Rê, quanto você bebeu na festa?
— Quase nada! Sério, eu estou bem! É meio que uma introdução de um assunto sério que eu queria te falar.
Fiquei olhando para ela e esperando o “assunto sério” que ela queria conversar comigo. Ela me encarou de volta, sorriu e falou:
— Que lugar quente. Eu estou derretendo! Beto, liga o ar condicionado, que já estamos pagando por ele. Eu vou é tomar um banho...
Falando isso, ela se levantou e foi em direção ao banheiro, me deixando sozinho no quarto.
Logo ela voltou, enrolada em uma toalha e com outra toalha enrolada nos cabelos. Se sentou na beira da cama, de frente para mim, pensou um pouco, abaixou a cabeça e começou a falar:
— Eu e o Fabrício estamos tentando ter um filho desde que casamos. Ele queria muito e eu aceitei, com a condição de voltarmos para o nosso apartamento e de ficar longe da mãe dele. Tentamos por meses e nada de eu engravidar. Fomos fazer uns exames e descobrimos que as chances dele me engravidar são mínimas. O médico sugeriu algumas opções e ficamos de pensar. O Fabrício, não contente com o resultado foi em outro médico, fez outros exames e o resultado foi o mesmo. Depois disso ele desanimou completamente! A partir daí a nossa vida sexual praticamente acabou.
Ela levantou a cabeça, me encarou e continuou a falar:
— Ele ficou viciado em pornografia e praticamente perdeu o interesse em sexo. Eu tentei de tudo para ele voltar a ter interesse em mim. Propus fazer os tratamentos, para tentar melhorar a qualidade do esperma dele e maximizar a fertilidade, só que ele não aceitou nada disso. Bem, eu passei a me sentir sozinha e tinha um advogado que eu sempre encontrava no fórum e ele vivia me cantando, daí num momento de fraqueza eu acabei cedendo e transamos.
Ela arregalou os olhos, fez cara de medo, pensado que eu a julgaria. Como eu não falei nada ela deu um sorrisinho tímido e continuou:
— Aquela foi a segunda vez na vida que eu fui para um motel. Só transei com ele uma vez. Ele vivia querendo repetir, me convidou várias vezes para sair e mandou várias mensagens, só que eu nunca mais saí com ele. Como eu te disse, aquele foi um momento de fraqueza! Entretanto, tem um homem que eu sairia sem problema algum. E é você Beto.
Ela tirou a toalha do cabelo, jogando-a sobre a cama, se levantou e soltou a toalha que estava enrolada ao corpo, a deixando cair no chão e revelando seu lindo corpo, coberto apenas por uma pequena e sensual tanguinha vermelha. E veio caminhando para onde eu estava sentado. Eu fiquei assustando, pois não esperava aquilo e fui logo falando, enquanto ela se aproximava:
— Rê, eu fico lisonjeado com o que você falou, mas não provoque, que depois certamente vamos nos arrepender de tudo isso!
Ela se sentou no meu colo, de ladinho e virando o corpo para o meu lado e falou:
— Do outro cara eu me arrependi... de você isso nunca vai acontecer... vai ser só sexo! Quando a gente tem muita vontade e a reprime essa vontade só aumenta. Eu quero sentir você dentro de mim... depois podemos até fingir que nunca aconteceu, mas agora eu quero que você me beije e depois me foda.
Ela colocou as duas mãos no meu pescoço e nuca e deslizou seus lábios sobre os meus. Senti sua língua tentando invadir a minha boca, enquanto sua mão forçava minha cabeça de encontro à dela. Eu ainda estava paralisado, mas logo cedi e nos beijamos ardentemente.
Quando eu era mais novo até tinha uma queda pela Renata e nos dávamos tão bem que muitas pessoas achavam que ela era minha namorada e não a do Fabrício. Só que eu sempre respeitei mulher comprometida e nunca tentei avançar o sinal com ela. Só que agora nossas línguas estavam batalhando, se entrelaçando e tentando conquistar espaço na outra boca.
Um sorriso vitorioso surgiu no rosto da Renata e logo ela foi saindo do meu colo, se ajoelhando na minha frente e puxando a minha calça para baixo. Olhei para a minha pica, já dura e vi que ela estava vermelha de tanto esfregar na xoxota da Manú. A Renata, apunhetou o meu pau bem de leve, deu um sorriso de vitória e falou:
— Que delicia! Eu imaginava que você era bem dotado, só não esperava tanto.
Pior que eu nem sou um desses monstros que fazem filme pornô. Meu pau deve ter uns 17 ou 18 cm, só que é grosso. Não tive nem tempo para agradecer ao elogio, pois a Renata logo engoliu o meu pau todo, fazendo ele ir até o fundo da garganta. Ela chupava, lambia, sugava a cabeça, passava a língua no saco, depois massageava as bolas com a mão, voltava a enfiar ele até a garganta e ficava lá até engasgar. Tirava da boca e apunhetava, enquanto me olhava com carinha de tarada. Ela se divertiu com o meu cacete em suas mãos. E como eu havia gozado há pouco mais de uma hora, fiquei tranquilo, só curtindo a mamada deliciosa que a Renata estava fazendo. Algumas vezes ela tirava o pau da boca, batia com ele na bochecha e depois o engolia novamente. Essa sim era uma mamada, bem melhor do que eu havia acabado de receber da Manú.
Acho que o álcool estava fazendo efeito e eu estava perdendo a inibição. Então a levei para a cama, a deitei de costas e fui por cima. Nos beijamos e aproveitei para mamar naqueles peitinhos lindos, bicudos e duros. Eram os segundos peitos que eu mamava naquele dia e eles eram totalmente diferentes dos seios da Manú. Aí veio na minha mente que eu poderia ter levado aquela potranca gostosa para um motel ao invés de transamos no carro. O corpo da Renata era bonito, só que o da Manú era espetacular, porém transamos escuro, nem deu para me deliciar mais com ela.
Logo procurei tirar aquela mulher da minha mente. E me concentrei na Renata. Retribuí o oral que ela havia me feito. A xoxotinha dela era branquinha, com o clitóris de médio para grande e os pelos pubianos estavam aparadinhos em forma de triângulo. Chupei aquela bocetinha até a Renata gozar, puxando o meu cabelo, gritando e se tremendo toda.
Depois ela me puxou, dizendo que queria a minha pica. Fui pegar uma camisinha e começamos uma transa lenta, nos beijando e um curtindo o corpo do outro, sem pressa alguma. Estávamos como se fossemos dois namorados que já transavam há muito tempo. Ficamos um tempão assim. Até ela virar para mim e falar:
— Me pega de quatro... e com força.
Coloquei a Renata de joelhos e montei nela. A juntei pelos cabelos e passei a socar a piroca nela com tudo. Ela estava adorando e gemia gostoso. Dei-lhe umas palmadas na bunda e ela pediu mais. E toda hora ela pedia para socar mais forte. Tive que botar uma mão no ombro dela e a outra no quadril para ter mais apoio para socar fundo. Ela estava delirando, eu passei a cravar mais fundo e ela urrava de prazer, com a rola atolada na boceta. Ela jogava o corpo para trás, de encontro ao meu, até que gozou e caiu deitada na cama. Deitei encima dela, ainda com o pau duro dentro dela e passei a morder a sua orelha, enquanto movimentava levemente os quadris.
Me lembrei que há pouco eu estava mordendo a orelha da Manú. Até acho que devo ter engolido uns dois piercings dela, de tanto que mordi aquela orelha. A Manú tinha mais de 10 piercings e brincos em uma das orelhas e na outra tinha “só” uns cinco.
Meio gemendo a Renata falou:
— Beto, tira essa camisinha e volta a meter forte... tá muito gostoso, mas eu quero sentir a sua pele... não se preocupa que eu tomo remédio.
Eu fiquei preocupado com alguma doença, afinal eu tinha acabado de comer a Manú, também sem camisinha e não sabia o quão promiscua ela era. Pensei um pouco e dei um foda-se quando a Renata se virou e arrancou a camisinha num movimento brusco. Voltei a foder a Renata com força, agora com ela totalmente deitada de bruços na cama. Eu metia sem dó enquanto admirava aquela bunda linda e branquinha.
— A Renata gemia e gritava. Beto, você está acabando comigo. Você é incrível demais... Assim eu vou gozar de novooo...
Aumentei mais a força e ainda lhe dei mais umas palmadas. Virei-a de frente para mim e voltei a meter-lhe a piroca. Quando o gozo estava vindo e a Renata percebeu, ela me abraçou forte com a pernas e pediu para eu gozar dentro. Acho que nem se eu quisesse eu tiraria a pica lá de dentro e despejei todo o meu esperma no útero da Renata.
Fiquei sobre ela, ambos respirando muito cansados e depois rolei para o lado. Ela se sentou na cama e disse que ia tomar banho. Eu resolvi ficar mais um pouco, mas logo ela voltou, dizendo:
— Meu Deus, olha como esse seu cacetão deixou minha boceta, ela tá toda vermelhinha e assada... você judiou muito dela.
Ela voltou para o chuveiro e eu ainda esperei um pouco e fui atrás dela. Ainda trocamos uns beijos e fizemos algumas caricias, mas já estava tarde e tínhamos que voltar. Já no carro, a única coisa que a Renata me falou foi:
— Beto, te juro que não sei mais o que a Fernanda quer. Eu te conheço há muito tempo e sei que você é um ótimo marido, é carinhoso, gentil e tem uma pegada muito gostosa. Eu dou para você na hora que você quiser... se não quiser mais fingimos que nada disso aconteceu e pode ficar tranquilo que não vou te incomodar e o Fabrício nunca vai saber de nada.
— Poxa Rê, vocês tem que se acertar. Só não podemos mais ter nada mesmo. O Fabrício é meu amigo e não sei nem como vou conseguir olhar na cara dele depois de hoje. Eu vou fazer tudo que eu puder para botar algum juízo naquela cabeça dura do meu amigo para vocês se acertarem.
Se tem uma coisa que eu não entendo até hoje é porque eu acabei indo para a cama com a Renata. É sério gente, hoje mesmo, repensando minha história e depois de anos ainda não entendo como deixei me levar para isso acontecer.
O que eu queria mesmo conversar com a Renata era sobre a Fernanda e sobre o que havia acontecido entre eu e a Manú. Eu queria saber da opinião dela, mas decidi não comentar. Acredito que quanto menos pessoas souberem disso melhor iria ser. Eu já tinha decidido que iria contar tudo para o Fábio e depois arcar com as consequências. Iria aproveitar que os noivos fariam um almoço para os familiares no apartamento dos pais da Manú e logo em seguida haveria a entrega dos trajes dos padrinhos e do noivo. Como a Manú teria um dia de princesa e ficaria fora quase o dia todo, eu esperava falar a sós com o Fábio naquela hora.
Deixei a Renata no hotel e fui embora. Estacionei o carro no local indicado pelo porteiro, assim como havia combinado com a Manú e fui andando para o hotel. Conversei rapidinho com o porteiro e subi para o meu quarto. Quando cheguei na porta do apartamento ainda pensei pensei: “agora só falta a Fernanda estar me esperando de camisolinha sensual para um transa de reconciliação.”
Para a minha sorte a Fernanda estava dormindo pesadamente e nem viu quando cheguei. Fui para o banheiro, tomei outro banho e fui me deitar.
Porém não consegui dormir. Bateu o desespero das merdas que eu fiz naquela noite. Fui tomado por um turbilhão de emoções, que passavam pela frustração, pela amargura, pela ansiedade, pela tristeza, pelos ciúmes e pela raiva. Eu, que sempre respeitei mulher comprometida, tinha acabado de transar com as mulheres dos meus dois melhores amigos. Aquilo estava me corroendo por dentro e não consegui pregar os olhos a noite toda. Acho que nem usando todo o eufemismo que eu conhecia conseguiria minimizar o suficiente as merdas que eu tinha feito naquelas últimas horas.

Foto 1 do Conto erotico: SERÁ QUE TUDO ESTÁ ESCRITO NAS ESTRELAS? Capítulo 35

Foto 2 do Conto erotico: SERÁ QUE TUDO ESTÁ ESCRITO NAS ESTRELAS? Capítulo 35

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Comentários


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sexgrafia Comentou em 01/04/2025

Muito bom. Super excitante!

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logan30 Comentou em 01/04/2025

Agora pegou a mulher do outro amigo :0

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dali Comentou em 01/04/2025

Eita q as coisas estão se complicando.




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Ficha do conto

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obetao

Nome do conto:
SERÁ QUE TUDO ESTÁ ESCRITO NAS ESTRELAS? Capítulo 35

Codigo do conto:
232349

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
01/04/2025

Quant.de Votos:
7

Quant.de Fotos:
3